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POLÍCIA

Sindicato dos Policiais Penais repudia sindicato dos servidores do Iapen, que deu declarações pesadas contra a categoria

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O Sindicato dos Policiais Penais do Acre divulgou nota para repudiar declarações pesadas e comprometedoras contra a categoria dadas pela presidente do Sindicato dos Servidores do Iapen, Kátia Nascimento. Ela acusa os policiais, entre tantas outras coisas, de não gostarem dos servidores e, por isso, criarem uma divisão interna. Veja a nota:

NOTA

O sindicato dos Policiais Penais do Acre vem a público repudiar de forma veementemente a declaração da Sra. Kátia Nascimento, presidente do Sindicato dos Servidores Administrativo do Iapen – SINDISAI, ao dar em público através da TV Câmara do Estado do Acre a seguinte declaração: “eles têm raiva da gente; existe uma cisão, uma divisão lá dentro. É um clima institucional tão pesado gente, que é mais difícil lidar com meus colegas de trabalho do que com preso. Eu tenho mais medo de Policial Penal do que de preso”.

A Sra. Kátia Nascimento foi infeliz ao faltar com a verdade, pois nunca houve cisão dentro do Iapen por parte dos antigos Agentes Penitenciários, que por força de uma PEC foram transformados em Policiais Penais, os quais sempre trataram com urbanidade todos os servidores do quadro do Iapen. Ela foi leviana ao dizer que “tem mais medo de Policial Penal do que de preso”.

 A Sra. Kátia Nascimento é sabedora que os presos com os quais ela lida no dia a dia do seu trabalho, são pessoa que cometeram crimes dos mais variados tipos penais por exemplo: crimes de estupro, de homicídio, latrocínio, entre outros, e desta forma a Sra. Kátia Nascimento, ofendeu a honra dos integrantes da nova carreira policial, ao comparar os presos com os Policiais Penais, quando em sua esmagadora maioria o quadro de policiais penais é composto por homens e mulheres probos, com formação escolar de nível superior, os quais são os verdadeiros responsáveis pela aplicabilidade da lei de execução penal no tocante ao cumprimento da pena imposta ao criminoso. Acreditamos que a Sra. Kátia Nascimento estava sob forte emoção e de forma impetuosa, fez tais declarações, pois não há razão alguma para se fazer afirmações irresponsáveis e odiosas, pois apesar de atuarmos no sistema penitenciário com competências e atribuições distintas, sempre houve um ambiente de cooperação e harmonia entre ambas as classes, e por isso esperamos que ela venha à público se retratar diante do constrangimento causado a estes homens e mulheres Policiais Penais que colocam suas vidas em risco para servir e proteger toda a sociedade acreana.

Diretoria do Sindicato dos Policiais Penais do Acre – SINDAPEN/AC

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POLÍCIA

Sena Madureira: 24 jabutis são apreendidos na zona rural

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Ascom/PMAC

Após uma denúncia anônima, militares do Batalhão de Policiamento Ambiental (BPA) conseguiram apreender 24 quelônios (jabutis), na quinta-feira, 27, no município de Sena Madureira.

Com informações que no referido local um indivíduo mantinha vários jabutis para comercialização, a equipe policial se deslocou a zona rural de Sena Madureira para averiguar o fato. Chegando ao endereço encontrou o suposto envolvido que negou comercializar os animais, porém ao adentrar e verificar a denúncia, os militares constataram a veracidade dos fatos, encontrando ao todo 24 jabutis. O envolvido não afirmou ser proprietário de todos os animais.

Os militares apreenderam os quelônios e confeccionaram o termo circunstanciado de ocorrência, para que as demais providências possam serem tomadas.

O TERMO CIRCUNSTANCIADO DE OCORRÊNCIA LAVRADO PELO BATALHÃO AMBIENTAL

O Termo Circunstanciado de Ocorrência, que inicialmente era realizado apenas pela Polícia Civil, seguindo uma diretriz Nacional, foi implantado no Acre, e é realizado pelo Batalhão Ambiental, que confecciona o documento quando necessário em suas ocorrências, em virtude do difícil acesso, os longínquos deslocamentos, dentre outras referências, dando celeridade a este ato e auxiliando na efetividade do procedimento.

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POLÍCIA

Esposa é condenada por tentar entrar com celular no presídio de Sena Madureira

Ingressar, intermediar, auxiliar ou facilitar a entrada de celular, rádio ou similares, sem autorização legal, em estabelecimento prisional é crime

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O Juizado Especial de Sena Madureira condenou Cristiane Bernardina da Silva a prestar serviços à comunidade por ter tentado entrar na Unidade Penitenciária Evaristo de Moraes com um celular. A decisão foi publicada na edição n° 6.991 do Diário da Justiça Eletrônico.

Segundo a denúncia, Cristiane tentou levar o aparelho para o marido em uma visita. O objeto estava escondido em suas partes íntimas e foi identificado quando ela passou pelo detector de metal. No interrogatório, ela afirmou que foram deixar o celular em sua casa e que ele seria vendido no estabelecimento prisional para quem pagasse mais.

O juiz Fábio Farias verificou que a ré possuía bons antecedentes criminais. Para a dosimetria foi considerado como atenuante a confissão espontânea, sendo arbitrada a pena mínima de três meses de detenção, contudo, a punição foi convertida em pena restritiva de direitos, por igual período.

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POLÍCIA

Homem é preso em flagrante após aplicar golpe de R$ 200 mil em Rio Branco

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Ascom/PCAC

Na última terça-feira, 25, a Polícia Civil prendeu em flagrante delito o nacional A. P. da C., de 36 anos, por crime de estelionato qualificado (Art. 171, § 4º do CPB).  O criminoso foi surpreendido pelos investigadores da 1ª Delegacia Regional de Polícia Civil na ocasião em que tentava aplicar um segundo golpe de venda imóveis na vítima idosa, causando um prejuízo de mais de 200 mil reais.

ENTENDA O CASO

Segundo a vítima, no dia 14 do corrente mês, a mesma pessoa negociou a compra de um imóvel localizado no Residencial Florence, bairro Jardim Europa, pelo valor R$ 177.500,00 (cento e setenta e sete mil e quinhentos reais) com o suspeito, o qual alegou que o imóvel foi arrematado em leilão e, por isso, o valor estava abaixo de mercado.

Sendo assim, tal valor foi depositado na conta do próprio suspeito que falsificou um contrato da Caixa Econômica Federal e deu para a vítima assinar, prometendo dar entrada no banco para realizar a transferência do imóvel para a vítima.

Dias depois, o suspeito ofereceu um terreno no loteamento Village Waldemar Maciel por R$ 23.291,00 (vinte e três mil duzentos e noventa e um reais) e disse que também era de leilão judicial. A vítima, desconfiando da situação, teria buscado comprovar a veracidade das informações dadas pelo o estelionatário, quando constou que se tratava de golpe.

Nenhum dos imóveis estariam em leilão e sequer pertenciam ao suspeito ou a sua empresa; que o preço do referido imóvel era de 2 milhões de reais. A vítima então acionou a Polícia Civil que imediatamente foi ao local da transação e surpreendeu o suspeito no ato em que recebia o cheque das mãos da vítima.

A esse foi dada voz de prisão e levado à Delegacia de Flagrantes (DEFLA) para os procedimentos cabíveis. Na delegacia foi constatado que o suspeito já aplica vários golpes na cidade, inclusive com relação a falsa venda de imóveis, falsificação de documentos e exercício irregular da profissão.

Mais de duas vítimas foram a DEFLA para fazerem a representação contra o suspeito por crime de estelionato e falsificação. Além de diversos Boletins de Ocorrência registrados em seu nome pelos mesmos crimes.

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