Connect with us

EVANDRO CORDEIRO

João Correia reage duro à notícia de que “cabeças brancas” estariam negociando com Jorge Viana: “Isso é uma escrotice”

Publicado

em

O ex-deputado João Correia, um dos membros ativos de um grupo denominado “cabeças brancas” do MDB, reagiu indignado a matéria veiculada no Acre na manhã desta quarta-feira, 16, insinuando uma aproximação com o candidato a senador Jorge Viana, do PT. Não fosse o português rebuscado que sempre consagrou a oratória de Correia, os autores dessa “fake news” teriam ouvido os diabos em acreanês, dada a irritação que a ‘notícia’ provocou nele e em outros membros do grupo. Segundo o professor João, esse tipo de atuação dentro do jornalismo, marginaliza uma categoria, de forma gratuita. Fake é pouco para classificar a veiculação de um fato inverídico, “absolutamente inventado”, segundo disse à coluna. “Isso é uma patifaria, uma escrotice”, foi lacônico, ao passo que montava suas conjugações para responder a inocente pergunta sobre se aquela notícia séria verdadeira. E segue o mestre João: “O MDB paga suas contas e cumpre seus compromissos! É divertidamente trágico quando nos deparamos com impressões delirantes de alguns órgãos e jornalistas da imprensa acreana”, conclui. Para finalizar, Correia reafirmou o compromisso do partido com a aliança celebrada com a governadora Mailza Assis (PP) e com os dois senadores da coligação Avança Acre, Gladson Cameli (PP) e Márcio Bittar (PL).

 

Milícia digital
Uma operação policial está em curso com objetivo de espatifar uma ‘máfia’, uma organização criminosa, também chamada de ‘milícia digital’, disse que criada para atacar adversários da governadora Mailza Assis (PP), candidata a reeleição. Foi o que li nos jornais. Me lembrei, imediatamente, de um dia em que fui com meu time, o Pantanal Futebol Clube, inaugurar um ‘estádio’ na colocação Chucalho, fundos do seringal Mercês, mais ou menos onde termina a famosa estrada do Barro Vermelho. Novato na vida e no jornal impresso, fiz um texto no dia seguinte para deixar à posteridade um evento que não seria notícia hoje. Fiz um arranjo tão glamouroso no dia seguinte àquela festa futebolística que o ‘Deusdetão’, nome daquele campo feito a terçado e com bandeirinhas de madeira roliça (canela de velho) nos quadrantes, parecia estar pronto para campeonatos de primeira divisão, mesmo sendo de subida e ainda sem grama natural. Ou seja: A gente gosta de glamourizar o tupiniquim, uma equivalência ao pomposo nome de milícia dado a uma desorganização de gente que faz críticas a adversários de governos de sua preferência, com a sincronia do time do Íbis.

Continue lendo