EVANDRO CORDEIRO
Suplência nunca mais: Jeferson Mendonça faz uma das campanhas mais redondas pra chegar à Aleac esse ano

O fisioterapeuta Jeferson Mendonça é uma das principais apostas da chapa de deputado estadual do PSD, partido do senador Sérgio Petecão. Até concorrentes dele na sigla admitem que ele deverá ser o puxador de votos em uma agremiação que pode eleger dois e até três parlamentares. Mendonça confirma que faz uma campanha redonda, mas evita empolgação antecipada. “Eleição é sempre eleição e ninguém se eleger antecipadamente”, diz ele, que primeiro suplente da atual legislatura, assim como foi da anterior. Um veterano em suplências, inclusive na Câmara Municipal de Rio Branco. Apesar da modéstia, Jeferson garante que fará de tudo para espantar esse fantasma que o persegue. “Perseguia”, diz ele, batendo três vezes na madeira. É bom lembrar que esse rapaz tem uma vida dedicada a cuidar de pessoas no Acre. Fisioterapeuta, empreendedor e um homem que construiu sua trajetória profissional tendo como principal propósito cuidar de pessoas e ampliar o acesso à saúde para quem mais precisa. Em sua caminhada, tornou-se fundador da primeira clínica popular do Acre, criada com uma missão que permanece viva até hoje: oferecer atendimento de qualidade e possibilitar que pessoas de menor poder aquisitivo também tivessem acesso a serviços de saúde. Jeferson também é fundador do Instituto Gessy Mendonça, criado em homenagem à sua irmã, Gessy Mendonça, que dedicou anos de sua vida ao trabalho na área hospitalar do Acre e ao cuidado com as pessoas. Após sua partida, Jeferson transformou a saudade em propósito. O Instituto Gessy Mendonça representa a preservação de sua memória e, principalmente, a continuidade de um legado de amor ao próximo, solidariedade e dedicação à população. Pelo visto, esse ano será o divisor de águas e o “Pururuca”, como é carinhosamente chamado pelos amigos mais próximos, espantara a suplência de sua vida. O paletó para a posse ele já tem.
Adeus ao ‘Giba’
A frente popular perdeu um ícone, o arquiteto Gilberto Siqueira. Como é improvável não reconhecer as obras dos governos petistas, é preciso repassar a Gilberto Siqueira a coroa de coração daquelas gestões. Ele planejava e executava, segundo voz corrente. Morreu e entrou, ato contínuo, pra história.












