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Acre é o 8° Estado que mais evoluíu em gestão pública no Brasil, informa levantamento divulgado pelo CLP

O Acre ficou na 8ª posição nacional entre os estados que mais avançaram em gestão pública nos últimos três anos, segundo levantamento divulgado pelo Centro de Liderança Pública (CLP). O estado aparece à frente de unidades federativas como Amazonas, Pará, Rondônia, Rio de Janeiro e São Paulo no ranking que mede evolução administrativa e fiscal entre 2023 e 2025.
O estudo integra o Ranking de Competitividade dos Estados – Especial Eleições e avalia 20 indicadores ligados a dois grandes pilares: eficiência da máquina pública e solidez fiscal.
Na Região Norte, o Acre teve um dos melhores desempenhos proporcionais, ficando atrás apenas de Amazonas (9º) e Roraima (10º) entre os estados nortistas com maior evolução recente na gestão pública.
O ranking nacional de avanço em gestão pública é liderado por Goiás, seguido por Rio Grande do Norte, Sergipe, Pernambuco e Minas Gerais. O Acre aparece no grupo dos dez estados com maior ritmo de crescimento administrativo e institucional do país.
Os 10 estados que mais evoluíram em gestão pública foram:
1º Goiás
2º Rio Grande do Norte
3º Sergipe
4º Pernambuco
5º Minas Gerais
6º Maranhão
7º Piauí
8º Acre
9º Amazonas
10º Roraima
Segundo o CLP, o levantamento mede principalmente a velocidade de transformação dos estados nos últimos três anos e não apenas a posição atual no ranking nacional de competitividade.
Entre os critérios analisados estão equilíbrio fiscal, capacidade de investimento, eficiência administrativa, qualidade do gasto público, transparência, sustentabilidade financeira e desempenho da máquina estatal.
O resultado coloca o Acre à frente de estados maiores economicamente e com estruturas administrativas mais robustas. São Paulo aparece apenas na 26ª posição no recorte de evolução recente, enquanto Rio de Janeiro ocupa a 22ª colocação e Mato Grosso a 24ª.
Na Região Norte, o Pará ficou em 21º, Tocantins em 23º e Rondônia em 17º lugar.
Apesar do avanço apontado pelo estudo, o Acre ainda enfrenta desafios ligados à dependência de recursos federais, baixa arrecadação própria e limitações estruturais comuns aos estados amazônicos.
O CLP ressalta que o ranking busca identificar estados que conseguiram acelerar melhorias administrativas e fiscais nos últimos anos, independentemente do tamanho da economia ou da estrutura já consolidada.
O Ranking de Competitividade dos Estados utiliza bases oficiais de dados de órgãos como Tesouro Nacional, IBGE, Inep, Banco Central e Ministério da Fazenda.














