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CULTURA

ARTIGO | Mãe Gaia, do professor e advogado Antônio Furtado

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Mãe – não sei se existe palavra mais doce, mais forte…mais tranquilizadora do que está.

Há uma Teoria Grega (ninguém como os gregos pra gostar de Filosofia) que existe dois tipos de mães:  a GAIA e a MEDÉIA.

A primeira é a nossa Mãezinha comum, como as que DEUS nos abençoou em tê-las. A segunda, não!…a MEDÉIA, castiga, sequela e devora os próprios filhos, uma desgraça!

Mas se bem lida esta Teoria – Hipótese GAIA – transformada, modernamente, em Tese Científica – pelo cientista James Lovelock – eco cientista da melhor safra (Inglês de nascimento). Este cidadão – em análise brilhante, colocada em diversos livros (início em 1960, publicação em periódico de Carl Sagan) que interpretam alguns pontos que devem merecer muita atenção de todos nós.

Alí, ele dispõe a hipótese de que a TERRA é um SER VIVO, com condições de gerar, alterar e defender a vida de todos os seus hóspedes. E quando um destes hóspedes se revela eliminador/predador incontrolável de outras espécies irmãs… aí, ela a mãe GAIA, age como mãe MEDÉIA. Dispara formas de eliminar a espécie que ameaça de extinção as outras!… Bem interessante este raciocínio!…

Nós, os humanos nos transformamos, desde sempre, em predadores vorazes e desmedidos. Somos a única espécie que ameaçamos todas as outras, inclusa a sua própria- Homo Sapiens.

No livro SAPIENS – de Yuval N. Harari, Professor da Universidade Hebraica de Jerusalém -, ele fala muito dessa possibilidade. Apenas tendo-se em conta o que vimos fazendo ao longo de nossa evolução. Quando, acerca de 100 mil, registram-se a existência de seis espécies de humanos. Sobramos nós o Homo Sapiens….Por que?!

Pois bem. A respeito de todo esse reboliço que a Covid19 está provocando na humanidade, ninguém questionou a progênie de GAIA, por que a natureza (o Vírus deve ser elemento natural, digo, deve ser…), nessa aptidão evolutiva, o liberou?…qual o propósito de tantos outros vírus que nos sequelam?..

É certo que a Geofisiologia dar à TERRA capacidade de auto recuperação. Entende a Atmosfera, Biosfera, Hidrosfera e Litosfera, como um sistema indissolúvel. Que controla as condições do Ambiente (Físicas/Químicas), em operação integrada num processo de auto regulação. Neste contexto, dando outras ópticas conceituais à VIDA, em nível planetário.

Talvez GAIA/MEDÉIA nós estejamos dando uma “lição pra casa” ou “apresentando a conta”. São mazelas demais: incêndios florestais, secas, Degelos, Glaciação, Epidemias e, agora, Pandemia!…

Parece que conhecendo o principal autor dos desmantelos, ataca mais os ricos…curioso, muito curioso!

Na contramão dos interesses dominantes o planeta Terra (GAIA) agradece: se respira melhor, menos emissão de poluentes, gases tóxicos (destaque para CO e CO2).

Isto a NASA, via seus satélites, tem registrado.

Bom para REFLETIR!… e quem sabe?!…fazer diferente!

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CULTURA

Acre, Amazonas e Pará representam o norte na mostra de Tiradentes 2022

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Foto: Reprodução (Divulgação)

Evento responsável pela abertura do calendário brasileiro de grandes festivais, a Mostra de Tiradentes 2022 irá destacar o cinema da Região Norte. São quatro produções selecionadas, sendo duas do Pará (“Meus Santos Saúdam Teus Santos”, de Rodrigo Antonio, e “Uma Escola no Marajó”, de Camila Kzan), uma do Acre (“Centelha”, de Renato Vallone) e outra do Amazonas (“521 Anos / Siia Ara”, de Adanilo).

O acreano “Centelha” fecha o time nortista em Tiradentes. Dirigido por Renato Vallone, o curta-metragem de 26 minutos filmado em preto e branco apresenta o delírio da fome de um homem que incorpora, no decorrer de um ritual ancestral, os demônios de um país doente. Casa e homem tornam-se testemunhos vivos da história. Santuário ou quartel general, as transformações afetam tudo ao redor e provocam a fúria do céu.​

A presença na Mostra Temática marca mais um grande evento que “Centelha” participa: em 2021, o curta do Acre esteve no Festival do Rio na sessão Curtas Novos Rumos, no Festival Visões Periféricas e, neste ano, foi selecionado para a Mostra Ouros Nortes do Festival Olhar do Norte. [ Com informações Cineset/Caio Pimenta]

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CULTURA

Teatrão, Palácio e Biblioteca da Floresta serão revitalizados

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Agência AC

O governador Gladson Cameli e a senadora Mailza Gomes assinaram, nesta quarta-feira, 19, em Rio Branco, o convênio que garante a revitalização da Biblioteca da Floresta, do Teatro Plácido de Castro (Teatrão), que também terá parte da estrutura física ampliada, e do Palácio Rio Branco. O montante, na ordem de R$ 12,4 milhões, foi destinado pela parlamentar, por meio de extra emenda.

Com os projetos devidamente finalizados pela Secretaria de Estado de Infraestrutura (Seinfra), os documentos dependem tão somente de aprovação da Caixa Econômica Federal para que as ordens de serviço sejam dadas. O banco estatal ficará responsável pela liberação dos recursos e fiscalização das reformas.

O governador Gladson Cameli enalteceu o empenho da senadora com a recuperação destes importantes patrimônios públicos. “O meu muito obrigado à Mailza por ter conseguido esses recursos para a revitalização destes prédios, em especial, o nosso Palácio Rio Branco, que faz parte da história do Acre. Faço questão de acompanhar essa obra de perto”, comentou o chefe do Executivo.

Investimentos na revitalização dos espaços públicos somam R$ 12,4 milhões. Foto: Diego Gurgel/Secom

Mailza Gomes reforçou seu compromisso com a população e afirmou que o seu mandato segue à disposição, para viabilizar recursos que beneficiem o estado. “Estou muito feliz em contribuir com a revitalização desses espaços culturais tão importantes do nosso Acre. O nosso trabalho será sempre em prol do bem coletivo”, afirmou.

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CULTURA

Há 15 anos, o mundo conhecia a história do Acre através da minissérie “Amazônia – De Galvez a Chico Mendes”

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Por Observatório da TV / Foto: Reprodução

Em 2 de janeiro de 2007, a TV Globo estreou a minissérie Amazônia – De Galvez a Chico Mendes, na qual Glória Perez, natural do Acre, quis traçar em três fases um panorama da história do estado e da região.

Um grandioso elenco foi reunido para a produção, que teve direção-geral de Marcos Schechtman, parceiro da autora desde O Clone (2001/02), atual cartaz do Vale a Pena Ver de Novo. A história começa em 1899, atravessa a primeira década do século 20, dá um salto de algumas décadas e tem seu desfecho nos anos 1980.

A partir das famílias do Coronel Firmino (José de Abreu) e do seringueiro Bastião (Jackson Antunes) que como muitos outros é explorado e humilhado pelo proprietário do seringal, a história mostra como o negócio da borracha funcionava e as disputas pelo rentável território do Acre, que na época pertencia à Bolívia, mas era majoritariamente ocupado por brasileiros em busca de melhores perspectivas.

Dessa conjuntura se aproveita Luiz Galvez (José Wilker), espanhol que se lança numa batalha pela conquista do Acre ao saber que os bolivianos estão para arrendar toda a região a um consórcio formado por empresários da Inglaterra e dos Estados Unidos.

Nesse cenário tem destaque também a figura do militar Plácido de Castro (Alexandre Borges), que chega ao Acre para demarcar terras de seringais e acaba envolvido na disputa pela independência do território, que consegue.
Entre os anos 1940 e 1950, depois de muitos anos de distribuição desigual da riqueza surgida da borracha e com a grande concorrência das plantações mais organizadas da Malásia, o cultivo brasileiro cai em decadência. Nessa fase surgem amadurecidos Augusto (Humberto Martins), filho do Coronel Firmino, e Bento (Emílio Orciollo Netto), filho de Bastião.

Nos anos 1980, os vastos seringais já deram lugar a pastos para gado. Augusto (Francisco Cuoco) não consegue impedir que o domínio de outrora lhe escape por entre os dedos. De sua parte, Bento (Lima Duarte) é o grande amigo de Chico Mendes (Cássio Gabus Mendes), cuja luta por direitos dos índios e dos seringueiros e contra a destruição da Amazônia o leva a ser assassinado cruel e covardemente.

Leia mais: https://observatoriodatv.uol.com.br/colunas/fabio-costa/na-manchete-e-na-globo-a-amazonia-foi-cenario-de-producoes-de-teledramaturgia

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