SAÚDE
Biomédica do Acre descobriu câncer de mama após notar inchaço na axila: “O chão sumiu”

Aos 39 anos, profissional alerta para a importância de observar os sinais do corpo e reforça que o diagnóstico precoce pode salvar vidas
Um simples inchaço na axila mudou completamente a vida da biomédica acreana de 39 anos. O sintoma, que inicialmente parecia algo sem gravidade, levou à descoberta de um câncer de mama e deu início a uma intensa jornada de exames, tratamento e superação. Globoplay
Segundo a biomédica, o primeiro sinal apareceu de forma discreta, quando percebeu um caroço na região da axila. Mesmo atuando na área da saúde, ela não imaginava que aquele poderia ser um dos sintomas da doença.

Após a confirmação do câncer, ela iniciou o tratamento acompanhado por uma equipe médica especializada. O processo incluiu diferentes etapas, exigindo força física e emocional para enfrentar os desafios impostos pela doença.
Hoje, a biomédica utiliza sua história para conscientizar outras mulheres sobre a importância de conhecer o próprio corpo e procurar atendimento médico diante de qualquer alteração, mesmo quando os sintomas pareçam pequenos.
Especialistas lembram que o câncer de mama pode apresentar diversos sinais além do nódulo na mama, como inchaço na axila, alterações na pele, secreção pelo mamilo e mudanças no formato das mamas. Ao perceber qualquer um desses sintomas, a recomendação é buscar avaliação médica o quanto antes. Wikipédia
O diagnóstico precoce continua sendo um dos principais aliados no combate à doença, aumentando significativamente as chances de sucesso no tratamento e de recuperação das pacientes. Por isso, médicos reforçam a importância dos exames preventivos e do acompanhamento regular, especialmente entre mulheres na faixa etária indicada para o rastreamento. Wikipédia
“Foi uma jornada de muitas dores, medos, mudanças e desafios. Mas também foi uma jornada em que descobri uma força que eu nem imaginava ter”, afirmou.
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Eliandra enfrentou 16 sessões de quimioterapia, mastectomia com reconstrução, retirada de linfonodos e 15 sessões de radioterapia — Foto: Arquivo Pessoal











