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CULTURA

Cartunista e historiador Enilson Amorim lança a segunda edição do livro “O canto do uirapuru”, neste sábado, na Biblioteca Pública

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O historiador e artista plástico Enilson Amorim, lança, hoje (30), às 18 horas, na Biblioteca Pública Estadual, a segunda edição do livro “O Canto do Uirapuru”. A obra foi financiada pelo Fundo Municipal de Cultura, através do edital da Fundação Garibaldi Brasil (FGB) e conta com apoio do Sistema Estadual de Bibliotecas Públicas, Academia Acreana de Letras (AAL), Associação Acreana de Cinema (ASACINE) e da Fundação Elias Mansour (FEM). O livro também foi lançado em formato digital pela Editora da Universidade Federal do Acre (Edufac). No lançamento, também terá contações de histórias do autor e uma apresentação musical, com Alberan Moraes, de músicas dos personagens de Enilson Amorim.

Enilson Amorim aos 17 anos na sua velha prancheta na redação do jornal O Rio Branco em 1995/ foto Francisco Chagas.

O AUTOR

Enilson Amorim é autor e ilustrador de livros infantis, sua história nas artes começa no bairro do Taquari, quando roteiriza e desenha, aos 11 anos, uma história em quadrinhos intitulada “A Turminha Infantil” que narrava, de forma precisa, os acontecimentos entre seus amigos como as brincadeiras no campo de futebol e o convívio escolar de seu grupo de amigos. O objetivo de criar este gibi, segundo ele, era comercial e o dinheiro adquirido com a venda dos gibis da Turminha Infantil, ele comprava material escolar, já que sua mãe, a dona Francisca Amorim, não tinha condições para comprar. Quando começou a trabalhar em jornais, ilustrou vários livros dentre os quais podemos citar “O Zebecedário”, de Carlos Gilberto de Oliveira, e o livro infantil “A Egypti a Mosquita da Floresta”, da historiadora Kelen Gleysse, entre outros. Sonhador como todo artista, começa a escrever seu primeiro livro intitulado Mapinguari a Lenda seguidos de outros como “Abelardo e o Curupira”, “Clarinha e o Boto”, “O Canto do Uirapuru” e a “Lenda da Cobra Grande”, dentre estas obras, o escritor também teve participações, como ilustrador, em centenas de livros de outros autores tanto locais como nacionais.

Enilson Amorim e a editora chefe de O Rio Branco Silvania Pinheiro que naquela ocasião visitava a exposição de pinturas do artista no Sesc do Acre.

Como cartunista e diagramador o jornalista trabalhou nos jornais O Rio Branco e A Tribuna, durante 15 anos, chegando a ganhar três vezes o Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite, na categoria charge, prêmio considerado em tempos de outrora o óscar do jornalismo acreano. Em 2019 foi eleito, com 21 votos, para assumir a cadeira de número 07 da Academia Acreana de Letras (AAL). Além das atividades como ilustrador e escritor, Amorim também é considerado um mestre em animação em 2D, mantendo um canal no Youtube com aulas diárias, com esta temática, que podem ser encontradas neste link https://youtu.be/7gVLxskfUak

O historiador e artista plástico Enilson Amorim discursa diante de doutores durante lançamento de seus livros na Universidade Federal do Acre-UFAC.

O MENINO POBRE DO SEGUNDO DISTRITO

O cartunista no dia das crianças na escola católica Monsenhor Manuel Cãndido em Baturité no Estado do Ceará, local onde a instituição lhe proporcionou concursos de desenhos e participação em atividades culturais.

Nascido em 1974, em Rio Branco-Acre, Enilson Amorim teve uma infância marcada por muitas dificuldades financeiras, considerando que seus pais eram seringueiros que haviam migrado para a cidade nos anos 80, numa época em que Rio Branco ainda ganhava aspecto de uma cidade em formação, caracterizada por uma população vivendo em extrema pobreza, com muito desemprego e marcada pela explosão de locais periféricos e falta de saneamento básico. Por dois anos, ainda na sua infância, Enilson Amorim esteve em Baturité, no Ceará, local onde estudou numa escola denominada Monsenhor Manuel Cândido, instituição de ensino cujo modelo educacional era católico. Este local vai exercer grande influência na sua educação moral.  No retorno para Rio Branco, o jovem artista passa a estudar na instituição de ensino Anita Garibaldi e depois adentra na escola João Mariano, Elias Mansour, Ana Turam Machado Falcão, todas elas localizadas no segundo distrito de Rio Branco, com exceção da última.

Enilson Amorim e a jornalista Wania Pinheiro numa exposição de fotografias e charges publicadas no jornal O Rio Branco. O evento fazia parte da comemoração do aniversário do jornal.

A falta de emprego dos pais, levou o menino Amorim a ajudar sua mãe no sustento da casa. O artista vendia refresco, quibes e charutos nas ruas do Segundo Distrito de Rio Branco. Com sua caixa de refresco branca o artista conta que ele se diferenciava dos outros vendedores de refresco porque a caixa dele era cheia de desenhos de personagens de histórias em quadrinhos feitos de caneta esferográfica. O objetivo, segundo ele, era seduzir os compradores. Mais tarde, sabendo de sua capacidade no domínio de traços e cor que já possuía desde a infância, começa a trabalhar na fabricação de letreiros e, logo em seguida, inicia a ganhar dinheiro com produções de retratos e caricaturas nos bares de Rio Branco, em meados dos anos 90, ano em que ele é descoberto pela editoria do jornal O Rio Branco e logo é contratado como caricaturista e ilustrador daquele matutino.

Na redação do jornal, onde rabiscava histórias em quadrinhos do Mapinguari e charges diárias, seus amigos como Narciso Mendes, Zacarias Pena Verde, Antônio Muniz, Evandro Cordeiro, Silvania Pinheiro, Raimundo Fernandes, Wania Pinheiro e Mara Rocha logo acabaram percebendo o tamanho do talento daquele jovem que abrilhantava a redação do mais antigo jornal do Acre, com suas caricaturas de grande arrojo crítico. Em seguida, começam a estimular Amorim a escrever para o público infantil e seguir nos estudos. Na atualidade, o artista é formado em história, é graduando em Artes Visuais, possui especialização em Docência do Ensino Superior, é estudante do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Acre (Ufac), trabalha com artes digitais e demais projetos que visam preservar o folclore local e oferecer ao público infantil, de forma lúdica e divertida, afinal de contas, segundo ele “A educação muda a vida das pessoas”.

Primeira história em quadrinhos roteirizada, diagramada e desenhada pelo artista intitulada “A Turminha Infantil” quando ainda tinha 12 anos de idade. Nas imagens podemos perceber que se fosse em dias atuais. ele seria considerado uma criança com altas habilidades.

O AUDIOVISUAL

Enilson Amorim recebe certificado da participação da animação “Mapinguari a Lenda” no X Festival Acreano de Vídeos realizado na Biblioteca da Floresta. Na imagem, mostra o cineasta Adalberto Queiroz autorizando o artista plástico Jorge Rivasplatas fazer a entrega. Esta imagem marca a transição do artista das artes plásticas para o cinema.

Amante das animações em 2D, desde garoto, Enilson Amorim começa a estudar de forma totalmente autodidata no bairro do Taquari, precisamente em 1986, quando achou no lixo uma lente de aumento. Curioso, desde o nascimento, ele constrói uma espécie de projetor caseiro, fabricado a partir de uma caixa de papelão, onde rasgou um orifício na mesma proporção da lente encontrada e a colou entre aquele buraco. Sobre a posse de papeis transparentes colados de forma sequencial, ele desenhava seus personagens e com a ajuda de uma lâmpada inserida dentro da caixa de papelão projetava suas ilustrações na parede de seu humilde casebre, em madeira velha, localizado no bairro Taquari, na rua do passeio. Já reconhecido quando trabalhava na redação de “A Tribuna” começou se interessar e a estudar os programas gráficos. Lá ele descobre o software chamado Adobe Flash, cuja função primordial é trabalhar animações e o artista começa a estudar o programa fazendo estudos e experimentos de pequenas animações em 2D, e segue avançando estudando o Adobe Animate, programa utilizado por ele até os dias de hoje.

O cartunista recebendo o Prêmio de Jornalismo José Chalub Leite em dezembro de 2001 promovido pelo Sindicato dos Jornalistas do Acre (SINJAC).

Logo mais tarde, Amorim é convidado pela escritora Kelen Gleysse para produzir e dirigir a animação Aegypti a Mosquita da Floreta, que retrata um enxame de abelhas no combate a proliferação do mosquito da dengue. Em seguida, o artista é contratado para escrever um Álbum de Memória da professora Elaís Meira Eluan e acaba conhecendo o cineasta Adalberto Queiroz de Melo que, naquela ocasião, seria uma das personalidades inseridas naquele trabalho. Como Enilson Amorim estava finalizando a animação “Mapinguari a lenda” resolveu convidar o cineasta para participar como dublador de uma personagem do anime. A parceria entre Enilson Amorim e o cineasta Adalberto Queiroz resultou num convite para sua participação com suas animações nos Festivais promovidos pela Associação Acreana de Cinema (ASACINE), entidade que, na época, era presidida pelo cineasta Queiroz. Em seguida, o artista se tornou um grande parceiro de Adalberto, que acabou conduzindo Amorim a ser candidato e em seguida ser eleito para presidir a ASACINE por dois mandatos consecutivos. 

A PERSEGUIÇÃO VINDO DA ESQUERDA

Cópia de processo movido por políticos contra o cartunista Enilson Amorim em tempos que desenhava charges para o jornal O Rio Branco

Como suas charges eram compostas de extremo arrojo crítico, Enilson Amorim começou a ser perseguido pelas autoridades políticas, numa época em que o jornal O Rio Branco fazia oposição ao atual governo. Com isso, o chargista Amorim foi processado várias vezes e por isso convidado para se fazer presente em inúmeros interrogatórios inclusive na Polícia Federal. Segundo Enilson Amorim “Isto me causou um desgaste emocional muito grande porque fui ameaçado a pagar indenizações altíssimas, mas graças a Deus e aos amigos a justiça findou me inocentando de todos estes processos. E hoje, eu me surpreendo ao ver todos estes perseguidores de jornalistas querendo voltar ao poder novamente. Eu espero que estes canalhas não voltem nunca mais” comentou o artista.

AS ARTES MARCIAIS

O artista com seu Mestre José Carlos Gomes Guimarães o popular Mestre Juca. Na primeira imagem vemos o atleta Amorim aplicando um chute com ajuda de um companheiro de treino, já na segunda mostra o artista com seu Mestre em frente ao Antigo Aeroporto de Rio Branco localizado no Segundo Distrito, naquela ocasião, Mestre e aluno estavam acompanhando o grão-mestre Yong Min Kim que naquela época era Presidente de Confederação Brasileira de Taekwondo.

Ainda na infância, Amorim conheceu o Mestre José Carlos Gomes Guimarães (O Mestre Juca), na época faixa preta, terceiro dan de taekwondo. Este mestre, tido como o introdutor desta arte marcial no Estado do Acre resolve criar em 1989 um projeto social para contemplar as crianças que viviam em situação de vulnerabilidade social, neste contexto Enilson Amorim é contemplado com uma bolsa de estudos para praticar este esporte com grande destaque, chegando a participar de apresentações e demais campeonatos realizados no Acre e em outros estados brasileiros. Quando perdeu seu Mestre pelo coronavírus, o artista lamentou grandemente nas suas redes sociais a partida de forma prematura de um dos melhores mestres do Brasil.  

Enilson Amorim posa com o fardão de gala da Academia Acreana de Letras (AAL) em solenidade no Museu do Tribunal de Justiça do Acre.

Hoje Enilson Amorim continua estudando e aprimorando sua arte de desenhar e construir, para documentar para a história, os livros infantis sobre lendas acreanas. Um trabalho primoroso que caiu no gosto dos leitores e amantes da literatura. Parabéns ao escritor e imortal Enilson Amorin por sua memorável história de vida.

[Assessoria]

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CULTURA

Pedro Ranzi e poeta da zona rural de Xapuri estão entre os dez novos imortais da Academia Acreana de Letras

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O Presidente da Comissão Eleitoral da Academia Acreana de Letras (AAL) Enilson Amorim, juntamente com o Presidente interino da AAL o escritor Renã Corrêa Pontes e os demais membros da Comissão Eleitoral apresentaram a imprensa às 20 horas de quinta-feira (30) no Museu do Tribunal de Justiça os nomes dos candidatos eleitos a ocuparem uma das 10 cadeiras vacantes da mais elevada instituição literária do Acre.

Ao todo, foram quinze candidatos que tiveram suas candidaturas homologadas cujos nomes foram publicados dia 20 de junho nos sites de notícias locais e demais redes sociais, o edital foi publicado no dia 25 de abril. 

Segundo o professor historiador Enilson Amorim, “a eleição presencial aconteceu de maneira tranquila e harmoniosa durante todo o dia 30 de junho no horário comercial. Os demais confrades que residem fora do Estado e que estão impossibilitados de votarem de forma presencial puderam participar do pleito votando pelo WhatsApp e por e-mail, atividade eleitoral assegurada no item 11 do referido Edital”, frisa Amorim que também é Diretor de Relações Públicas da confraria tida como a grande guardiã de nosso idioma pátrio em solo acreano.

Os membros da Comissão Eleitoral foram compostos pelos seguintes confrades Prof. Enilson Amorim (Presidente), Prof. Dr.ª Olinda Batista Assmar (Vice-presidente), Prof. Dr.ª Maria José Bezerra, Prof. Claudemir Mesquita (Membro) Adalberto Queiroz (Membro).  Portanto, os eleitos são:

Pedro Ranzi

Kelen Gleysse Maia Andrade

Adelino Cezar F. de Oliveira – Cezar

Negreiros

Manoel Coracy Sabóia Dias

Geórgia Pereira Lima

José Barbosa de Moraes

Lucicléia Barreto Queiroz

Milton Menezes Júnior

Rubicleis Gomes da Silva

Ueliton Santana dos Santos

A HISTÓRIA

A Academia Acreana de Letras-AAL, tem como principal finalidade cultivar nosso idioma pátrio e incentivar as produções literárias no âmbito do Estado do Acre e atualmente é presidida pela professora Dr.ª Luísa Galvão Lessa Karlberg ocupante da cadeira 34.

Fundada em 17 de novembro de 1937 a AAL é composta por 40 cadeiras de membros efetivos e tem o mesmo modelo da Academia Brasileira de Letras (ABL) que consequentemente segue o trilho da Academia Francesa de Letras. A única diferença é que, a Academia Francesa de Letras aceita membros de outros países enquanto que a ABL e a AAL só aceitam escritores brasileiros.

A Academia é composta por literatos, historiadores, gramáticos, poetas e grandes personalidades do mundo científico acadêmico e da literatura infantil sendo o escritor Enilson Amorim um de seus maiores expoentes.

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CULTURA

Frank Aguiar vem cantar no encerramento do Arraial do Sesc, que começa na próxima sexta-feira

Evento conta com barracas de comidas típicas, apresentações de quadrilhas e danças folclóricas, parque infantil, cantinho da cultura, bingos e brincadeiras tradicionais

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Na 36ª edição, o arraial do Sesc no Acre comemora mais um ano de uma proposta que se tornou sinônimo de sucesso com a participação da família comerciária e comunidade. O arraial começa nesta sexta, 1º, às 18 horas, no Sesc Bosque, e tem o encerramento no dia 3 de julho, com show do Frank Aguiar.

Considerado o evento cultural de maior tradição junina do Estado, o Arraial do Sesc conta, anualmente, com beleza, charme e animação que reúne pessoas de todos os bairros de Rio Branco e outros municípios.

Atrações Musicais

O evento conta com barracas de comidas típicas, apresentações de quadrilhas e danças folclóricas, parque infantil, cantinho da cultura, bingos e brincadeiras tradicionais e muita música. Na sexta-feira, o show é do Forró Pegada Prime; no sábado, 2, Sandra Melo e Banda; e no domingo, show nacional, com Frank Aguiar.

Quadrilhas Juninas

O Arraial tem um trabalho que hoje alcança um público muito grande em três dias de festa. O ápice da festa em todos os anos são as apresentações das quadrilhas da terceira idade do Sesc e das quadrilhas da Liga de Quadrilhas Juninas do Acre.

Programação completa no site.

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CULTURA

Coletivo acreano lança filme que conta seus 20 anos de história

A produção independente conta com depoimentos de significativas personalidades acreanas

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O Centro de Antropologia do Teatro e Antropofagia do Cinema – Catac, em comemoração aos 20 anos de fundação, lança, em programação realizada na Filmoteca Acreana, que vai de 29 de junho a 1º de julho, o documentário “Daqui onde estou dá para ver o Brasil”.

O filme é uma produção independente lançado graças ao apoio de 102 apoiadores de 15 estados brasileiros por meio de financiamento coletivo em campanha de arrecadação realizado no Catarse e apresenta esses 20 anos de história por meio de imagens, documentos e depoimentos de significativas vozes acreanas e de outros estados do Brasil.

O documentário conta com a presença de historiadores, jornalistas e artistas brasileiros como Antônio Alves, Francisco Piãko, Kixirrá Jamamadi, Wanãn Jamamadi, Maurice Capovilla, João das Neves, Zuenir Ventura, Paulo José, Antunes Filho, Dona Ivone Lara, Monarco, Marília Pêra, Dona Lúcia Rocha, Bibi Ferreira, Amir Haddad, Zé Celso Martinez Correa e Nélson Pereira dos Santos entre muitos outros.

Fundado em 2002, o coletivo formou jovens e adultos, gratuitamente, por meio da criação de espetáculos, mostras, cineclubes itinerantes, publicações e oficinas permanentes que capacitaram aproximadamente 600 pessoas da rede estadual de ensino público na capital e em outros sete municípios acreanos.

A programação que acontece sempre a partir das 19 horas na Filmoteca Acreana está organizada da seguinte forma:

29 de junho

Nascimento do Catac

Debatedores: Antonio Alves e Jorge Henrique

Cataquista Mediador: Nony Maia

30 de junho

Temática Indígena

Debatedor: Franscisco Piãko 

Cataquista Mediadora: Samirra Ganum

1º de julho

Teatro e Cinema no Acre

Debatedores: Silene Farias e Adalberto Queiroz

Cataquista Mediadora: Maria Rita

Ficha técnica

DIREÇÃO: Flávio Kactuz ROTEIRO: Isis Farias e Flávio Kactuz. MONTAGEM: Neurivan de Barros.  DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Rita, Nony Maia e Isis Farias ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Marcel Sanderson e Samirra Ganum APOIO À PRODUÇÃO: Jocilene Barroso e Kixirrá Jamamadi. ASSISTENTE DE MONTAGEM: Gabriel Martins MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO: Bauer e Leon Marin França. 

PARTICIPAÇÕES E DEPOIMENTOS: Adalberto Queiroz, Antônio Alves, Antunes Filho, Bibi Ferreira, Binho Marques, Francisco Piãko, Francis Mary, Dona Ivone Lara, João das Neves, João Donato, Jorge Henrique Queiroz, Dona Lúcia Rocha, Marília Pêra, Maurice Capovilla, Monarco, Nelson Pereira dos Santos, Paulo José, Silene Farias e Wanãn Jamamadi, entre outros.

COLETIVO CATAC: Flávio Kactuz, Isis Farias, Jocilene Barroso, Kixirrá Jamamadi, Maria Rita, Neurivan de Barros, Nony Maia,e Samirra Ganum

CONTATOS PRODUÇÃO: 

ACRE – Maria Rita (068) 9957- 9413 Nony Maia (068) 9951-4926 e Samirra Ganum (068) 8405-1223

SUDESTE: Isis Farias (019) 99606-7438

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