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CULTURA

Curso de educação musical para professores é promovido em Rio Branco

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André Araújo

Conforme a Lei Nº 11.769, as escolas de educação básica possuem a obrigatoriedade na oferta do ensino de Música. Tal norma, é uma grande conquista para a área de educação musical no Brasil. No entanto, existem grandes desafios que precisam ser enfrentados, como a qualificação de professores.

Atento a esta demanda, os músicos Nicke Koja e Marcos Lima, estão realizando de um curso de educação musical, voltada para professores da rede pública de educação. As aulas estão sendo ministradas no período de 19 à 30 de abril, na Escola Acreana de Música, localizada no bairro do Tucumã, em Rio Branco.

“Cerca de 40 profissionais da rede de ensino, estão participando desta formação, onde a maioria deles já atuam nas rede, porém ainda não possuem domínio em música e seus métodos de educação, devido à natureza diversa de suas formações”, relata Nicke Koja, que possui Licenciatura Plena em Música, e pela Universidade Federal do Acre (UFAC) e especialização em Musicoterapia pelas Faculdades Integradas de Belo Horizonte,
no Estado de Minas Gerais.

O capacitador informa que o sistema público de ensino do Acre não possuí no seu quadro de professores, a quantidade necessária de profissionais com formação específica em música para suprir a demanda dos conteúdos exigidos pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC).

“Com esse déficit, a disciplina de Música acaba ficando sob responsabilidade dos profissionais de artes, ou mesmo dos professores de outras matérias, na maioria das escolas. Por isso, propomos essa formação para auxiliar esses professores a ministrar as aulas de Música, com conteúdos adequados e em conformidade com a educação musical ensinada em cursos superiores de Licenciatura em Música”, explica Koja.

Além da Música, o projeto também atua na promoção de boas práticas ambientais, como aproveitamento de materiais recicláveis, para produzir instrumentos musicais artesanais e direcionados à pedagogia lúdica da educação musical.

“Estou participando do curso com intuito de adquirir mais experiência para minha área musical, aprendendo novas formas e metodologia de trabalhar nas aulas, como exemplo, a confecção de
instrumentos musicais. Já fico com expectativa
para termos outras capacitações como essa, para fazermos mais instrumentos com outros materiais recicláveis e assim, despertar a nossa criatividade e consequentemente dos nossos alunos”, disse o pedágogo Tiago Ribeiro Cavalcante.

O Curso de musicalização para professores da Rede Pública de Ensino segue todos os protocolos de segurança de combate ao Covid-19, orientados pelos órgãos da área da saúde, como o distanciamento social, demarcação de espaços, utilização de máscara e álcool em gel.

O projeto recebe o apoio da Fundação de Cultura Elias Mansour (Fem), por meio da Lei Aldir Blanc que foi regulamentada e patrocinada pelo Governo Federal em apoio à classe cultural, neste período de pandemia.

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CULTURA

Os Descordantes anunciam um novo single: “E Agora”

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Quase 4 anos após o último lançamento de inéditas com o álbum Quietude, Os Descordantes anunciam um novo single: “E Agora”. A banda, atualmente composta por Dito, Saulo e Heriko, anunciará oficialmente hoje (12), a data de lançamento da música no Instagram oficial do trio.

Um dia após uma Live beneficente, Dito, ao falar com o Acrenews, deu um contexto ao novo single:

“Gravamos essa faixa no final de 2017. A banda continua inativa, principalmente por conta da pandemia. A gente não pensa em gravar mais material inédito por enquanto. Essa faixa estava guardada e vamos lançar pra matarmos a saudade de nos reconhecermos quanto artistas, pra matar a saudade de quem gosta da banda e também porque a música tá bem bonita e merecia ver a luz do dia!”

A faixa será lançada no dia 11 de junho, data em que comemoram 4 anos de lançamento do seu último disco de inéditas, Quietude.

Saulo, Dito e Heriko – Os Descordantes

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Delegado de polícia do Acre lança livro contando sua história por meio de live nesta quarta, 12

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O livro trata da trajetória do autor que foi estudar direito aos 45 anos e fazer concurso para o cargo de Delegado de Polícia Civil depois dos 50 anos, sendo que tomou posse no cargo aos 55 anos no Estado do Acre. Atualmente é Delegado na Primeira Delegacia de Rio Branco, no bairro Sobral. É mestre em Direito Ambiental e Políticas Públicas.

A mensagem do livro é: VOCÊ TAMBÉM PODE, SÓ DEPENDE DE VOCÊ.

DEPOIS DOS 45 – NA PRORROGAÇÃO narra a história de uma pessoa determinada e confiante de que a caminhada é segura e vai dar certo. Mostra a possibilidade de ser possível buscar os sonhos a qualquer momento, sendo à vontade o aspecto determinante.

O livro, nos limites de uma ficção, expõe a firmeza com que o autor percorreu a sua senda numa certeza ímpar de que estava da rota certa ao fazer a opção de estudar depois dos 45 anos. Contudo já quero deixar claro que o livro não é um conto, é uma história real de um homem de carne e osso, certamente com uma mente diferenciada. Um nordestino destemido, que nasceu no interior do Maranhão, passou pelo Piauí e atualmente vive no Acre.

Judson Barros logrou êxito em diversos concursos depois dos 45 anos. Dentre os cargos que ocupou, podemos citar o de analista do Ministério Público do Amapá, analista da Defensoria Pública da União e professor da Universidade Federal do Amapá, onde cursou mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas. Tudo sem a necessidade de apadrinhamento, a troco de uma única receita: a confiança e a dedicação misturadas com a paciência.

Depois dos 50 anos resolveu ser Delegado de Polícia e conseguiu aprovação para o cargo no Acre e no Piauí. Esses Estados promoveram ações administrativas e judiciais, que beiram a irracionalidade, no sentido de não permitir que o autor efetivasse o seu intento. Assim, depois de aprovado nos concursos, foi obrigado a encarar uma insana demanda judicial contra esses Estados para garantir o seu direito.

Situações de tamanha discriminação não é compatível com o Estado Democrático de Direito, sobretudo porque se mostra sem respaldo constitucional. Mas o homem venceu de novo. E nesse ponto é importante que se observe a disposição de quem não retrocede porque um obstáculo foi armado a sua frente, pois a vontade de vencer está acima de eventuais perseguições descabidas.

O Estado não pode ser um ente discriminador sem propósito e sem base jurídica, antes deve promover a igualdade entre os cidadãos. O autor deixa claro que a etariofobia é tão violenta quanto o racismo e a homofobia.

É ao mesmo tempo uma história de superação e quebra de paradigmas. Num momento em que a grande maioria das pessoas entende não ser mais possível realizar as aspirações, Judson Barros resolveu cursar uma faculdade e reescrever a sua história de vida. O livro mostra como foi esse processo de reconstrução.

Importante aspecto do livro é mostrar para os leitores que o tempo e hora quem define é cada pessoa, nos limites de sua consciência. Que a questão da idade não tem qualquer importância. Que a hora de fazer é a hora que se resolve fazer. Ter 50, 60 ou 70 anos é de total irrelevância.

É um escrito que leva o leitor a reflexões, pois mostra a necessidade de mudanças de comportamento, de modo que se possa alcançar os objetivos planejados. Em um jogo, com preleção, primeiro tempo, intervalo, segundo tempo e prorrogação, o leitor irá entender como o autor, na sua experiência de vida, traçou e chegou aos seus objetivos.

Certamente que a história de Judson Barros pode servir como um norte, mas cada um terá o seu próprio modo de fazer e seguir na sua própria trilha.

O livro ainda mostra a sua relação familiar. O amor entre ele e seus filhos, Isis Valentina de Judson, Indira Maria e Judson Luís. Explica a valiosa importância da sua esposa Missy-Lany ao lhe dar apoio incondicional para que a caminhada se tornasse mais leve e possível. O imenso amor que conduziu a relação com a sua mãe Dica é outra faceta do autor que emociona.

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Um dos papas da fotografia no Acre, Marcos Vicentti ministrará curso com vagas limitadas até final de maio

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O fotojornalista Marcos Vicentti, acreano do pé rachado cuja obra ganhou o mundo, vai aplicar ainda nesse mês de maio um curso para curiosos dessa arte. Com bagagem internacional, Vicentti ganhou boa parte dos prêmios disputados no estado.

O curso acontecerá nos dias 29 e 30 de maio, no horário de 8:30h às 12h e 14h às 17h. Com faixa etária a partir de 14 anos e carga horária de 16 horas. As vagas são limitadas a 10 participantes. E tem pré-requisito: ter uma câmera semiprofissional ou profissional.

Para mais informações, entre em contato pelo número (68) 98421-9899.

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