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Inflação das famílias de menor renda cai 0,17% em Rio Branco mas acumula 3,91% em 12 meses

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O custo de vida das famílias de menor renda recuou 0,17% em Rio Branco em agosto, de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado representa uma mudança em relação a julho, quando o indicador havia avançado 0,17% na capital acreana. No acumulado de janeiro a agosto, o INPC de Rio Branco registra alta de 2,87%. Nos últimos 12 meses, a variação chega a 3,91%.

O INPC mede a variação dos preços para famílias com rendimento monetário de um a cinco salários mínimos e cujo chefe da família seja assalariado, tornando o indicador especialmente relacionado às despesas dos domicílios de menor renda.

No Brasil, o índice caiu 0,32% em agosto, após recuo de 0,01% em julho. A inflação acumulada pelo INPC chegou a 3,17% nos oito primeiros meses do ano e a 3,98% em 12 meses. No mesmo mês de 2025, o indicador havia apresentado queda de 0,21%.

O resultado de Rio Branco em 12 meses, de 3,91%, ficou ligeiramente abaixo da média nacional, de 3,98%. Já no acumulado de 2026, a diferença é maior: os 2,87% registrados na capital acreana estão 0,30 ponto percentual abaixo dos 3,17% do país.

Entre os componentes do INPC nacional, os produtos alimentícios recuaram 0,34% em agosto. Em julho, a queda havia sido de 0,74%. Os produtos não alimentícios passaram de alta de 0,23% em julho para redução de 0,31% em agosto.

Entre as 16 áreas pesquisadas, Rio Branco teve o mesmo resultado de Vitória, com queda de 0,17%. Curitiba registrou a maior deflação, de 0,67%, enquanto Fortaleza apresentou a menor redução, de 0,03%.

O levantamento de agosto comparou os preços coletados entre 31 de julho e 31 de agosto com aqueles observados entre 1º e 30 de julho.

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