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POLÍCIA

Polícia Militar fecha o “cerco” na Cidade do Povo, depois de cenas de violência

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Em resposta ao último acontecimento, ocorrido no Conjunto Habitacional Cidade do Povo, desde a última terça-feira, 06, a Polícia Militar vem mantendo a área em constante monitoramento, com reforço das ações preventivas de segurança e rotatividade de patrulhamento.

Além da base integrada, que funciona dentro da Delegacia da 2a regional, 24hs por dia, sete dias por semana, a Segurança naquela região do segundo distrito,também conta com o policiamento tático operacional, com patrulhamento do Grupo de Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam), Grupo de Intervenções Rápidas e Ostensivas (Giro) e Batalhão de Policiamento de Trânsito (Bptran). As ações devem ser mantidas pelos próximos dias.

Segundo o secretário de segurança Paulo Cézar dos Santos, há pelo menos 14 meses, não haviam sido registradas ocorrências semelhantes, como ocorrido naquela região, pela disputa de território entre facções criminosas.

“Desde janeiro do ano passado não ocorria situações como esta, mediante a operações que foram realizadas por lá, mas as estratégias adotadas não foram suficientes e estamos reforçando o policiamento, bem como o mapeamento da área afim de evitar novos conflitos”, explicou o secretário.

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POLÍCIA

Cadela Helô auxilia na apreensão de quase 1 kg de maconha no Preventório

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Ascom/PMAC

Uma ação da equipe de Força Tática do Primeiro Batalhão de Polícia Militar (1° BPM), com apoio da Companhia de Policiamento com Cães (CPCães), apreendeu no final da tarde desta quinta-feira, 23, quase um quilo de maconha. A ação ocorreu no bairro Preventório, em Rio Branco. O destaque na ação foi a participação da cadela Helô.

A equipe Tática chegou ao local por meio de denúncia anônima. Durante a incursão a pé, os policiais encontraram vestígios de drogas e solicitaram apoio da CPCães.

Dois Policiais da CPCães foram ao local com a cadela Helô, especializada em faro de narcóticos. Em poucos minutos, a cadela localizou em dois locais distintos sacos plásticos enrolados com os entorpecentes.

A droga foi encaminhada à Delegacia Especializada em combate ao tráfico de drogas, para serem tomadas as demais providências cabíveis ao caso.

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ACRE

Em ação conjunta, PM, PC e Secretaria Municipal de Saúde visitam comunidade rural em Feijó

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Ascom PMAC

As forças de segurança do Estado, representadas pela Polícia Militar e Polícia Civil, juntamente com a Secretaria Municipal de Saúde de Feijó, realizaram nesta quinta-feira, 23, uma atividade conjunta na Comunidade Paraíba, no Km 40 do Ramal Maravilha, em Feijó.

Na oportunidade as forças policiais desenvolveram ações de polícia comunitária, conversando, debatendo e interagindo com moradores da região, sobre temas relacionados a segurança pública. Os profissionais da Secretaria Municipal de Saúde, levaram atendimento básico, além de vacinação contra a COVID-19.

O 1° Tenente PM Mendonça, agradeceu a participação dos envolvidos na ação. “Agradeço a todos os envolvidos (Polícia Militar, Polícia Civil e Prefeitura de Feijó) pelo empenho em levar dignidade aos moradores e deixar claro que nós, Forças de Segurança, não estamos alheios aos problemas de nossa cidade e muito menos de nossa Zona Rural. Mais ações como essa virão e alcançaremos a todos, levando segurança para as pessoas de bem e combatendo com rigor a criminalidade”, finalizou.

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POLÍCIA

TJAC: banco não é responsável por ressarcir vítima de golpe aplicado pelo WhatsApp

Decisão da 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais da Comarca de Rio Branco verificou que o banco não contribuiu para o dano da autora, que foi vítima de estelionato, aplicado através do uso de contas falsas no WhatsApp

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Por meio de decisão emitida para um caso específico, a 1ª Turma Recursal dos Juizados Especiais da Comarca de Rio Branco considerou que instituição bancária não é responsável por ressarcir vítima de golpe estelionatário, aplicado através de contas falsas no WhatsApp.

A autora da ação judicial tinha procurado a Justiça, pedindo que o banco que recebeu as transferências financeiras feitas por ela, induzida por golpe estelionatário, ressarcisse o valor perdido e ainda pagasse indenização por danos morais. Ela relatou que acreditava estar ajudando um conhecido em emergência, quando emprestou o dinheiro.

O processo foi julgado parcialmente procedente pelo 1º Grau. Mas, a empresa entrou com Recurso Inominado. A instituição argumentou não ter cometido nenhum erro, explicando que a situação aconteceu por culpa exclusiva de terceiros. Por isso, solicitou ao Judiciário a improcedência dos pedidos da consumidora.

Assim, os juízes e juízas de Direito, Rogéria Epaminondas, Cloves Augusto, Olívia Ribeiro e Lilian Deise, que participaram da avaliação desse caso, decidiram à unanimidade reformar a sentença e considerar improcedente os pedidos da consumidora. Os magistrados verificaram que não houve ação ou omissão da empresa que tenha contribuído para gerar o dano sofrido pela autora.

Voto da relatora

A relatoria do processo foi da juíza Rogéria. A magistrada esclareceu que as empresas e instituições são responsabilizadas quando suas ações ou omissões são causas para os danos. Entretanto, como analisou a juíza não ocorreu isso. “No presente caso, contudo, a instituição financeira ré foi apenas o meio pelo qual a autora transferiu os valores ao golpista, já que para enviar o dinheiro precisou acessar a sua conta”, escreveu.

Rogéria ainda acrescentou que “(…) não é possível considerar essa fraude um fortuito interno passível de ensejar a responsabilidade do banco, haja vista que inicialmente não houve nexo de causalidade entre qualquer ação ou omissão da instituição financeira e os prejuízos sofridos pela reclamante”.

Então, reafirmando que “o dano suportado pela autora foi decorrência direta do golpe de que foi vítima, ao ser induzida em erro para que o estelionato ocorresse”, a relatora votou por reformar a sentença e negar os pedidos da autora. (Recurso Inominado 0606957-84.2019.8.01.0070)

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