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Cobija: Órgão sanitário na Bolívia apreende e descarta mais de 60 caixas de cerveja brasileira

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução UNITEL

Mais de 60 caixas de cervejas de origem brasileira foram apreendidas e posteriormente descartadas durante uma operação realizada, nesta semana, pela Vigilância Sanitária em Cobija, Capital do Departamento de Pando, na Bolívia. Os produtos foram recolhidos em diversas distribuidoras da cidade sendo considerados impróprios para o consumo local.

Segundo divulgado no jornal “Telepaís” da TV Unitel, a operação promovida pelo órgão de fiscalização municipal tem o objetivo de coibir o contrabando de produtos alimentícios e de bebidas alcoólicas do Brasil que não foram declarados e principalmente que não possuem autorização para consumo e venda na Bolívia.

Os agentes verificaram que as cervejas em questão não possuíam o número de registro sanitário.  As ‘caixinhas’ foram levadas para a sede da entidade sanitária e descartadas no lixão. 

Não é a primeira vez que produtos vindos de Epitaciolândia e Brasiléia, de origem brasileira, são recolhidos e destruídos em solo boliviano. Em janeiro de 2020, a SENASAG, um órgão ligado ao Ministério da Agricultura do Governo da Bolívia, destruiu 37 caixas de cervejas, além de litros de óleo vegetal e toneladas de arroz. Todos os produtos foram levados ao lixão para o descarte.

A operação ocorreu com base na resolução do Governo que justifica a ação para “melhorar e proteger a condição sanitária do patrimônio produtivo agrícola e florestal e da segurança alimentar boliviana, para contribuir para o desenvolvimento sustentável e sustentável do setor agrícola com soberania e segurança alimentar”.

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Em setembro, INPE disparou sete alertas de desmatamento em Manoel Urbano

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) através de consulta ao Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (DETER) aponta crescente ação de desmatamento no município acreano de Manoel Urbano, distante 228 km da capital, Rio Branco.

A autarquia disparou, somente neste mês de setembro, sete alertas totalizando 5,30km2 de desmatamento. Segundo o instituto, a principal causa do alerta diário para Manoel Urbano é o desmatamento com solo exposto, que deixa a terra sem vegetação e altera a cobertura florestal na Amazônia.

Não é de hoje que o órgão manifesta preocupação quanto à situação da degradação da floresta nesta cidade acreana. No mês passado, em agosto, por exemplo, o INPE promoveu alerta no dia 19, onde apontou 0,61 km2 de retirada de floresta naquela cidade.

TARAUACÁ TAMBÉM DESMATA

A poucos quilômetros de Manoel Urbano, já na cidade de Tarauacá, o instituto também alertou no mês passado (dia16), o desmate de 1,38 km2. Neste mês, em setembro, o município que compõe a região do Envira já teve cinco advertências de desmatamento, totalizando 4,37km2 de desflorestamento.

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No interior do Acre já choveu 16% acima da média para o mês de setembro

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Por Wanglézio Braga / Foto: Wanglézio Braga

Levantamento do portal O Tempo Aqui, publicado hoje (17), revela que já choveu acima da média em boa parte do Acre. O acúmulo de chuva muda um cenário totalmente diferente do que vimos nos meses de agosto e parte de setembro.

“As chuvas intensas que têm ocorrido no Acre já superaram a média climatológica de setembro em vários municípios do estado, entre eles, Tarauacá, Xapuri, Brasileia, Epitaciolândia, Assis Brasil, Feijó e Marechal Thaumaturgo”, comentou o pesquisador Davi Friale.

Citando Tarauacá, ele ressalta que já choveu, nos primeiros 16 dias de setembro, 130,2mm, conforme os registros da estação meteorológica do Instituto Nacional de Meteorologia, sendo que a média histórica do mês é 112,0mm”. “Portanto, nesta cidade acreana, as chuvas já estão 16,2% acima da média de setembro”, completa.

Usando dados da Agência Nacional de Águas e do Instituto Nacional de Meteorologia, é possível ver a quantidade de chuva que caiu nas cidades de Feijó (42,8mm), Tarauacá (41,2mm), Marechal Thaumaturgo (38,4mm), Jordão (33,8mm) e Sena Madureira (26,4mm).

Por conta das chuvas, os níveis dos principais rios aumentaram consideravelmente. Hoje, na capital acreana, Rio Branco, “o rio Acre marcou 1,60m e continuava subindo, devendo permanecer em elevação, tendo em vista as chuvas torrenciais ocorridas no seu alto curso”.

CHUVAS VÃO CONTINUAR

Um prognóstico feito por Friale prevê que na próxima semana, a primeira da primavera de 2021, que começa no dia 22 de setembro, chegará com “chuvas fortes, com possibilidade de temporais, e voltarão a ocorrer devido a mais uma frente fria fraca que chegará ao Acre e às áreas vizinhas, cujo encontro com pulsos úmidos do Atlântico Norte deixa o tempo bastante instável”. “Assim, é muito provável que o mês de setembro de 2021 será com chuvas acima da média na maior parte do Acre”, concluiu.

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Acre segue vendendo o litro do Diesel mais caro do país, aponta levantamento

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Novo levantamento feito pela plataforma Ticket Log em postos de combustíveis, aponta que o Acre segue com o litro do diesel (comum e S-10) mais caro do país. Segundo a plataforma, na primeira quinzena de setembro, os postos acreanos comercializaram o litro entre R$ 5,721 e R$ 5,737.

Os valores do Acre estão a cima da média para a região norte: diesel a R$ 5,097, e o diesel S-10, a R$ 5,181. O estado do Paraná, tem o preço médio mais baixo registrado pelos postos, a R$ 4,484, o tipo comum e R$ 4,518 o S-10.

A plataforma apurou que em todas as regiões brasileiras, tanto o diesel comum quanto o tipo S-10 apresentaram aumentos no preço médio no início de setembro. Um aumento de 1,54% em relação ao mês anterior, em agosto.

Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil explica o motivo. “Mesmo sem reajustes nas refinarias desde julho, o preço do diesel segue de forma consecutiva avançando em todo o território nacional. Entre os fatores que contribuem para esse comportamento de alta do combustível, está o reflexo do aumento da mistura de biodiesel de 10% para 12%, como também o aumento no biodiesel de 3,6%”, explica.

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