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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | ‘A decepção deve ter sido monumental’, diz Márcia Bittar sobre o day after dos opositores de Bolsonaro com o recuo do presidente

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A professora Márcia Bittar, candidata a senadora do Bolsonaro no Acre, disse à coluna não saber bem como medir o tamanho da decepção dos opositores do presidente com o inteligente recuo dele, feito em favor do Brasil, após as pacíficas manifestações do dia 7. “Deve ter sido oceânica e monumental a decepção daqueles que não querem o bem do país, que querem apostar no quanto pior melhor e na briga entre os poderes, onde quem perde é o povo e a economia do Brasil”, ponderou.

Pesquisa fajuta

Márcia Bittar também relembra que os opositores do presidente não se cansam de passar vergonha divulgando pesquisas mentirosas. “Na última eleição pesquisas fraudulentas posicionaram Bolsonaro em sexto lugar, abaixo até de Marina Silva. A resposta acachapante veio das urnas. Eu que não quero incentivar ou ativar movimentos contra o STF, mas passa da hora desses órgãos de pesquisa serem duramente penalizadas por tamanho acinte a democracias e regras eleitorais”, sugeriu.

Institutos do Acre

Quando crítica pesquisas, Márcia Bittar, que ainda não sabe por qual partido disputará o Senado, só sabe que será no mesmo de Bolsonaro, ela defende os institutos do Acre. Por aqui não tem havido erros mais recentemente, de fato.

Gladson a favor

O governador Gladson Cameli (Progressistas) também tem elogiado a postura do presidente Bolsonaro. É mais inteligente, segundo o governador. O confronto só atrasa a economia.

Vão sentir na pele

Com as regras da disputa eleitoral mantidas, sem coligações, os deputados vão sentir na pele aquilo que quem disputou para vereador, em 2020, sentiu. É difícil montar chapas, é pior ainda saber que o dinheiro do Fundão continua sendo dos candidatos tradicionais, das famílias poderosas, como já era com o dinheiro dos partidos.

Não crescem

Segundo números mais recentes, nem Jorge Viana (PT), nem Petecão (PSD), crescem pra cima do governador Gladson Cameli. Bom ressaltar, todavia, que falta um ano e pouco para a eleição e o cenário pode mudar.

Alta rejeição

A rejeição do PT no Acre ainda está acima da média no Brasil. E chegar a essa conclusão não é preciso pesquisa científica. É só sentar numa roda onde se fala em política.

Mais uma pedreira

O prefeito Tião Bocalom deverá enfrentar uma CPI, a do transporte público. Se sair ileso de mais essa, o prefeito precisa ser deixado em paz para trabalhar. Mudar o jeito dele ninguém vai mudar.

Grupo de amigos

Bocalom tem um grupo fechado ao seu redor formado por amigos de 40 anos. As decisões desse grupo é que valem. E eles não costumam ser muito políticos não.

Destaques no governo

O time do governador Gladson Cameli tem melhorado muito a cada mexida que ele faz. Por exemplo: no Iapen, Arlenilson Cunha serenou. O sistema penitenciário melhorou significativamente. Na Seinfra o Cirleudo Alencar surpreende a cada semana.

Só trabalho

Prefeito Mazinho Serafim (MDB), de Sena Madureira, calou a boca e se danou a trabalhar. Já não sabe mais nem se deixa o MDB, como tava decidido há dois meses.

Problemão

A rigor, o MDB de Mazinho Serafim tem uma questão grande para gerenciar, em função das muitas tendências internas. Uma parte se sente contemplada no Governo, outra não. Uma defende Flaviano Melo como vice, outra Jéssica Sales como senadora. Está difícil de fechar questão, pelo visto.

Chapas boas

Partidos pelos quais será melhor disputar as eleições em 2022, por não ter político com mandato e já terem chapas boas a essa altura: Republicano, PSL, PTB, PROS e SOLIDARIEDADE.

Oposição sem força

Opositores do presidente Bolsonaro passaram dias e dias convocando a população para um ato neste domingo contra o Governo. Em Rio Branco, por exemplo, cerca de 20 pessoas foram às ruas protestar. No Brasil todo foi um fiasco só.

Hassem x Hassem

Os Hassem de Brasileia e Epitaciolândia vão para as eleições de 2022 com dois deles na disputa para estadual. Tadeu, irmão da prefeita de Brasileia, Fernanda, e André, ex-prefeito de Epitaciolândia, hoje diretor-presidente do Imac. Vai ser um confronto épico.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | PT faz esforço hercúleo para o povo esquecer do caos que deixaram o país e dos esquemas de corrupção

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É possível enxergar de longe o esforço que o PT do Acre e o nacional vem fazendo para mascarar seu passado. Qualquer coisa tem servido para distrair o eleitor, afim de que ninguém relembre como eles deixaram o Brasil e o Acre. Agredir o Bolsonaro tem sido uma boa perdida. Pior: tem muita gente caindo no golpe. No Brasil, Ciro Gomes (PDT) é quem de vez em quando derrama água no chope deles. No Acre o senador Márcio Bittar (sem partido) se encarrega de lembrar de vez em quando no que isso aqui resultou vitimado pela tal florestania.

No Alto Acre

Jéssica Sales, que aparece bem nas pesquisas na região do Jurua, virou sua mira para o Alto Acre. Nos últimos 40 dias praticamente morou entre Capixaba e Assis Brasil.

Deputada cirurgiada

A deputada federal Jéssica Sales (MDB) vai passar alguns dias fora de combate. Ela se submeteu, anteontem, a uma cirurgia delicada no tornozelo, quebrado em uma queda de skate, justo a parte do corpo que ela mais usa em suas andanças pelas irregulares subidas e descidas das barrancas dos rios pelo Acre. Valente, ela disse a coluna que logo estará pra cima e pra baixo de novo nesse Estado.

Sujou a água

Deu uma toldada medonha aqui no Acre essa informação segundo a qual o presidente Bolsonaro se filia no PL. É que o ex-partido de Antônia Lúcia agora é da Mara Rocha, que vai disputar o Governo.

Legado do Paulo Franco

Paulo Franco, humorista que morreu ontem em Minas Gerais, tem uma história na política do Acre, onde morou perto de duas décadas. Além de ter sido candidato a vereador, lançou nomes como os de Roberto Carlos do Palheiral e animou muitos comícios cantando paródias por meio das quais criticava adversários de seus candidatos.

Aceno normal

É natural o deputado José Bestene acenar para a reeleição da senadora Mailza Gomes. Eles se completaram nas eleições de 2020 e elegeram, inclusive, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom.

Eleição difícil

Quem conhece minimamente a política do Acre sabe que as eleições de 2022 vai ser difícil para quem quer ser deputado estadual. Será preciso fazer tudo certo, a começar pela escolha do partido, para poder sonhar com a cadeira, mesmo tendo dinheiro. Já para federal, é unânime, será bem mais fácil.

Pacto no Alto Acre

Adversários históricos do Alto Acre vão se abraçar nas eleições de 2022 por uma causa que consideram nobre: puxar uma campanha para que moradores daquela região não votem em candidatos de fora. “Pode até não votar em mim, mas tem os colegas daqui pra votar”, me disse um desses prováveis candidatos.

De cair o queixo

O vice escolhido pelo governador Gladson Cameli para formar chapa com ele em 2022 poderá derrubar um monte de queixo. Só garanto uma coisa: será um belo nome.

“Padeiro” mudou

Vereadores do Bujari começam a se queixar da gestão do prefeito João “Padeiro” (PDT). Ele não é mais o mesmo, dizem. Alguns ramais estão péssimos e o inverno nem começou.

Não muda

Pode chover canivetes no Acre, mas uma coisa não muda em relação a eleição de 2022: o fato de a Márcia Bittar ser a candidata do presidente Bolsonaro. Para o partido que ele for, ela será a senadora dele.

Outras perdas

Não é apenas o vice-prefeito de Cruzeiro do Sul, Henrique Afonso, que o PSD vai perder. No zap aqui chegou pelo menos mais dois vereadores do interior. Henrique deverá disputar para deputado federal pelo Progressistas e com apoio do deputado Nicolau Júnior, uma das maiores lideranças da região.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Pretendentes ao Senado terão até dezembro para se entenderem e vice ‘quem vai escolher sou eu’, diz Gladson em Brasília a caminho do gabinete de Petecão

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O governador Gladson Cameli (Progressistas) está tentando não falar sobre reeleição, mas a gente instiga, instiga e ele acaba cedendo alguma coisinha. Em Brasília, na manhã desta terça-feira, 19, ele procurou conversar amenidades com a coluna, fugindo do assunto. Disse, inclusive, que está se preparando para ir ao gabinete do senador Sérgio Petecão (PSD) pedir dinheiro para o Estado. “Mandei procurar ele, mas decidi que eu mesmo vou lá”, informou, para dizer que nesse momento está super focado em cuidar das pessoas, das obras que vem tocando, sem preocupação com as eleições de 2022, mas insisti sobre a escolha do candidato a Senador, até ele revelar que deu até dezembro para eles se resolverem. E informou mais o seguinte: “Deixo claro que não convidei ninguém para ser candidato, não prometi apoio, para depois não quererem jogar esse fardo nas minhas costas”. Em relação a seu futuro vice, mais direto não poderia ser: “Essa é uma escolha minha. Estou observando todos ao meu redor e na hora certa vou escolher a pessoa certa”, disse.

Notícia boa

Até dezembro o governador Gladson Cameli promete dar uma notícia que poderá ser um xeque mate político, mas não abre sobre o que seria, por enquanto. Na hora certa, garante, vai anunciar.

Sem reclamar

Gladson Cameli não reclama dos parlamentares que decidiram tirar emendas do Estado para repassar a prefeituras. Ele acha que o benefício chegará da mesma forma em quem ele quer que chegue, no povão. Ao invés dissoa está correndo atrás da bancada humildemente.

Clima favorável

Começam a acontecer debates positivos em relação ao prefeito Tião Bocalom (Progressistas) pela iniciativa de baixar o preço da passagem de ônibus, mesmo que para isso tenha se utilizado dos cofres da prefeitura. Quem usa ônibus garante que vai dar uma boa diferença no frigir dos ovos.

Não depende do PT

Para bom entendedor, o deputado estadual Jenilson Leite (PSB) não está andando o Estado para cima e para baixo visando a disputa pelo Governo para depois abrir em favor de uma outra candidatura, que seja do PT, partido que era protagonista da Frente Popular. Ele parece decidido ir até o final.

Chapa espetacular

Tive acesso ontem a alguns nomes da chapa de federal do PSL/DEM, que vai ser o União Brasil. Vai ser uma das mais competitivas. Para estadual, alguns nomes inclusive vão ser mandados para outros partidos do mesmo grupo, de tantos bons que estão se juntando.

Entrosamento

Outra boa notícia em relação ao União Brasil é o bom entendimento que está tendo entre os grupos do senador Márcio Bittar e do deputado federal Alan Rick.

Sem atrito

Ex-prefeito de Epitaciolândia, André Hassem, atual diretor do Imac, não vai disputar a eleição, como era previsto. “Sou Gladson e Vanda Milani”, disse a coluna. Com isso ele evita um atrito com os primos Fernanda Hassem (PT), prefeita de Brasileia, e Tadeu Licurgo, que deverá disputar as eleições para estadual com apoio da irmã.

Conversa que agrada

Quer esticar a conversa com o governador Gladson Cameli, fala com ele sobre as obras em andamento e as que vem por aí. Menino, os olhos dele brilham.

Fechados

Mais de metade dos vereadores de Rio Branco estão comprometidos com uma candidatura ao Senado. É bom lembrar que na Câmara não tem nenhum bobo.

Mudou de ideia

“Eu nem ia disputar mais a presidência, mas mudei de ideia, só pela ousadia de quererem envolver política nisso aqui”. A frase teria sido dita pelo presidente da Federação de Futebol, Antônio Aquino Lopes, ao ser informado que um grupo político estaria interessado na entidade.

Ameaça em Feijó

Fenômeno nas duas últimas eleições em Feijó, a vereadora Terezinha Moreira (Progressistas) não vai a lugar nenhum enquanto os irmãos Kiefer (prefeito) e Marcos Cavalcante (deputado estadual pelo PTB) estiverem no comando daquela região. Terezinha é uma ameaça que eles precisam descartar.

Petrolão

Bolsonaro só perderia a eleição se aparecesse uma terceira via competitiva. Contra o PT de Lula vai ser um baile, porque o povo não esqueceu o Brasil de 10 anos atrás, do mensalão, petrolão e outros ãos. É só aguardar. E mais: em 2022 quem for do “time” de Bolsonaro ainda vai se dar bem nas urnas. Essa foi a opinião unânime que ouvi ontem no almoço, onde na mesa tinha fazendeiro, parlamentar, pastor e, pasme, até sindicalista.

Reforço

O time dos Bittar tem um reforço acima da média, o do danado dirigente Manoel Roque, ex-presidente do Avante. Ele é altamente articulado.

Última chamada

Outra vez a viúva do ex-vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, está sendo chamada para uma disputa política. Ao menos para a suplência do Senado. Ela é só dúvida até agora.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Deputados e senadores boicotam agronegócio no Acre ao retirarem da Sepa R$ 68 milhões em emendas

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Ao menos quatro deputados federais e um senador retiraram suas emendas previamente destinadas a Secretaria de Produção (Sepa) num total de R$ 68 milhões. Apesar de ter um parlamentar da esquerda, os demais todos são “aliados” do atual governo. Por razões óbvias, o secretário Nenê Junqueira não divulga os nomes. Mas a grana daria para fazer o “milagre” do campo no Estado em menos de um ano. “Foram covardes com nossos produtores”, diz Junqueira.

Nome da AD

Jesuíta Arruda, com uma bagagem moral incalculável como ex-secretária de Saúde e membra antiga da igreja Assembleia de Deus Rio Branco, está decidida: disputará as eleições para deputada federal. Está conversando com os partidos e se animou muito com o futuro União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL. A igreja vai se unir em torno desse projeto, segundo ouvi hoje.

Projeto Cosmetics

As empresas do Grupo J-Cruz, que controla a Hoje Cosmetics, Drogarias Ultra Popular e Farmácia do Consumidor, estão as que mais crescem no Acre. São mais de 30 lojas espalhadas no Estado e o objetivo, segundo o presidente do Grupo, Edson Cruz, é abrir 50 lojas até 2023. Haja empregos diretos e indiretos.

De olho na viúva

Viúva do vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, deverá ser convidada para ser suplente de um candidato a Senador. Só resta saber se ela vai aceitar.

Idaf

Aprovados no concurso do Idaf, cerca de 700 pessoas, querem que o governador Gladson Cameli chame pelo menos os cem primeiros. Ele daria uma demonstração imensa de compromisso com a turma aprovada e com o próprio Idaf, segundo membros da comissão.

Blefe à vontade

Dirigentes de partidos pequenos vão blefar até não poder mais sobre a formação de suas chapas. Uma maioria, absoluta maioria, não vai formar chapa nenhuma.

Prosa

Piada que circula nos bastidores: qual prefeito resistiria a cantada de um relator do orçamento da União? Resposta: nenhum.

Agenda fora

“Prefiro estar nessas agendas corridas do que estar dentro do Palácio.”

Do governador Gladson Cameli sobre as constantes agendas pelo interior do Acre.

Insistência

O Senador Sérgio Petecão (PSD) insiste na ideia de que nunca disputou uma eleição tão fácil como a que vem aí. Será que ele anda enxergando bem ainda?

Longe, mas em casa

“Aqui eu estou em casa. Minha família é daqui de perto.”

Do deputado estadual Gehlen Diniz (Progressistas), durante churrasco no Seringal Passagem, alto Rio Iaco, nos fundos de Xapuri.

Só a ala antiga

Conversei com um ex-secretário dos governos petistas e ele admite: uma candidatura de Jorge Viana ao Governo só teria apoio daquela ala antiga da esquerda acreana. Ele avalia que a turma dos cargos comissionados esquece do benefício um dia depois da exoneração.

Chateados

Os Gadelha, família do vereador Célio (MDB), recém-cassado pelo TRE, lança culpa sobre a situação vexatória ao grupo que está no poder. Eles sempre odiariam a esquerda, mas a chateação pode levá-los a apoiar um candidato de lá em 2022.

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