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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Movimentação dos Câmara nas igrejas do Acre e no projeto Boas Novas pode ser a construção de uma candidatura ao Senado de Antônia Lúcia

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A missionária Antônia Lúcia Câmara pode vir a disputar o Senado no Acre dentro de um projeto com estrutura jamais registrados por aqui. Pouca gente percebeu a movimentação dela e dos cunhados no Estado nos últimos meses e quem viu pode não ter sacado. Além de estar erguendo um complexo de comunicação que será o maior do Estado, com rádios, televisões e sites, dentro de um prédio que sobe um andar por mês no centro da capital do Acre, onde antigamente funcionou a pizzaria Tutti Frutti, os Câmara se fizeram presentes nos principais eventos das igrejas Assembleia de Deus, Ministério Rio Branco, ligado a Belém, e Assembleia de Deus Madureira.

Megaprojeto

Caso seja confirmado, o projeto Senado dos Câmara seria materializado por meio de uma estrutura de campanha que passará por cada município e suas vilas. Seria, também, independente, do ponto de vista de uma candidatura a governador. Eles gostam do Gladson Cameli, mas o projeto não, obrigatoriamente, passaria por dentro da candidatura a reeleição de Cameli. Os Câmara conversam com Petecão e até com Jorge Viana.

Nem sim, nem não

Enviei uma mensagem a missionária Antônia Lúcia, perguntando se é verdade que ela e sua parentela desembarcará no Acre com esse projeto. Ela riu, mas respondeu o seguinte: “Bom dia, Evandro, tudo bem mano? Desembarcar no Acre? Não, Evandro. Uma cidadã e empresária comprovada, que paga impostos, emprega pessoas e cidadãos no Estado onde nasceu e vive não tem motivo algum para ser pejorada com esta expressão ‘desembarcar’. Imagina? Para não perder a eleição de federal eu teria que concorrer ao Senado? Sem nexo a analogia. Agora, a possibilidade de eu registrar uma candidatura para o Senado eu tenho primeiro que combinar nas aldeias, ramais, becos e vielas, com os professores, alunos, com toda sociedade civil organizada, com meus irmãos conterrâneos. Esse tempo de ‘líderes políticos’ enviarem cidadãos de outros Estados para cargos políticos já passou aqui no Acre”.

O 7 no Acre

Pela movimentação de bastidores, o ato de 7 de setembro no Acre tende a ser grande. E as lideranças explicam que não se trata de ato antidemocrático, porque não pede ditadura, mas apenas que o STF respeite a vontade popular, afrontada em decisões arbitrárias recentemente, com a prisão de adversários políticos do sistema que tenta a todo custo voltar. Qualquer coisa escrita diferente seria desinformação.

Liderança da Bittar

Márcia Bittar é uma das coordenadoras do ato deste 7 de setembro. Assim como é ela, também, quem coordena o apronto de uma grande motociata que deve ocorrer no Acre com a presença de Bolsonaro.

Intimidade

“Vice é uma escolha pessoal. Isso será decidido pelo governador Gladson Cameli na sua intimidade”. De um assessor bem próximo. O deputado federal Alan Rick (DEM) concorda.

Desespero

A esquerda está desesperada com o que pode acontecer nesta terça-feira, 7 de setembro. Sobretudo se o povo lotar as ruas, o que é bem provável. Nas últimas horas os ataques contra Bolsonaro e seus apoiadores se intensificaram.

Entusiasmo do Cassiano

Presidente do DEM, o ex-vice-prefeito de Sena Madureira, Jairo Cassiano, é um entusiasta da candidatura ao Senado do deputado federal Alan Rick. “É um dos nomes mais preparados e o povo quer”, diz ele.

Clima bom

Estive em Brasileia esses dias e lá a gente percebe a empolgação, o clima positivo, alto astral, que a obra do anel viário anda causando. É empolgação mesmo.

Data limite

Nenhum prefeito do PT será obrigado a apoiar a reeleição do governador Gladson Cameli, mas eles têm até esse mês para decidir o rumo que devem tomar. Um detalhe pitoresco: o Gladson garante que a relação institucional não mudará uma vírgula caso eles decidam caminhar por outra via.

Perto do Cameli

Mesmo que não fique no MDB, a ex-deputada e ex-prefeita de Brasileia Leila Galvão deverá ir para um partido do entorno do governador Gladson Cameli.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Deputados e senadores boicotam agronegócio no Acre ao retirarem da Sepa R$ 68 milhões em emendas

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Ao menos quatro deputados federais e um senador retiraram suas emendas previamente destinadas a Secretaria de Produção (Sepa) num total de R$ 68 milhões. Apesar de ter um parlamentar da esquerda, os demais todos são “aliados” do atual governo. Por razões óbvias, o secretário Nenê Junqueira não divulga os nomes. Mas a grana daria para fazer o “milagre” do campo no Estado em menos de um ano. “Foram covardes com nossos produtores”, diz Junqueira.

Nome da AD

Jesuíta Arruda, com uma bagagem moral incalculável como ex-secretária de Saúde e membra antiga da igreja Assembleia de Deus Rio Branco, está decidida: disputará as eleições para deputada federal. Está conversando com os partidos e se animou muito com o futuro União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL. A igreja vai se unir em torno desse projeto, segundo ouvi hoje.

Projeto Cosmetics

As empresas do Grupo J-Cruz, que controla a Hoje Cosmetics, Drogarias Ultra Popular e Farmácia do Consumidor, estão as que mais crescem no Acre. São mais de 30 lojas espalhadas no Estado e o objetivo, segundo o presidente do Grupo, Edson Cruz, é abrir 50 lojas até 2023. Haja empregos diretos e indiretos.

De olho na viúva

Viúva do vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, deverá ser convidada para ser suplente de um candidato a Senador. Só resta saber se ela vai aceitar.

Idaf

Aprovados no concurso do Idaf, cerca de 700 pessoas, querem que o governador Gladson Cameli chame pelo menos os cem primeiros. Ele daria uma demonstração imensa de compromisso com a turma aprovada e com o próprio Idaf, segundo membros da comissão.

Blefe à vontade

Dirigentes de partidos pequenos vão blefar até não poder mais sobre a formação de suas chapas. Uma maioria, absoluta maioria, não vai formar chapa nenhuma.

Prosa

Piada que circula nos bastidores: qual prefeito resistiria a cantada de um relator do orçamento da União? Resposta: nenhum.

Agenda fora

“Prefiro estar nessas agendas corridas do que estar dentro do Palácio.”

Do governador Gladson Cameli sobre as constantes agendas pelo interior do Acre.

Insistência

O Senador Sérgio Petecão (PSD) insiste na ideia de que nunca disputou uma eleição tão fácil como a que vem aí. Será que ele anda enxergando bem ainda?

Longe, mas em casa

“Aqui eu estou em casa. Minha família é daqui de perto.”

Do deputado estadual Gehlen Diniz (Progressistas), durante churrasco no Seringal Passagem, alto Rio Iaco, nos fundos de Xapuri.

Só a ala antiga

Conversei com um ex-secretário dos governos petistas e ele admite: uma candidatura de Jorge Viana ao Governo só teria apoio daquela ala antiga da esquerda acreana. Ele avalia que a turma dos cargos comissionados esquece do benefício um dia depois da exoneração.

Chateados

Os Gadelha, família do vereador Célio (MDB), recém-cassado pelo TRE, lança culpa sobre a situação vexatória ao grupo que está no poder. Eles sempre odiariam a esquerda, mas a chateação pode levá-los a apoiar um candidato de lá em 2022.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Flaviano Melo seria um nome e tanto para vice porque resolveria muita coisa ao mesmo tempo; resta saber se ele topa

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Flaviano Melo (MDB) tem um dos comportamentos mais intrigantes entre políticos brasileiros. Em 40 e tantos anos de carreira, foi prefeito, governador, senador e deputado federal sem mudar jamais seu estilo, marcado pela calma total. Nunca respondeu a seus críticos, ao menos com faniquitos, não briga com ninguém no público, nem nos bastidores. Mais: foi um grande gestor. Ainda hoje é lembrado pelas grandes obras, como os maiores conjuntos habitacionais, por exemplo. Portanto, seria o vice perfeito para o governador Gladson Cameli. Flaviano jamais representaria risco para o titular e, aos 70 e poucos anos de idade, ainda poderia encerrar a carreira em grande estilo, governando o Estado por uns oito meses. Só tem um detalhe crucial: saber se ele toparia.

Gladson quer?

Tem uma outra pergunta em relação ao nome de Flaviano Melo como opção para vice. Saber se o governador Gladson Cameli (Progressistas) também tem interesse, uma vez que sua experiência foi traumática nesse sentido. Gladson andou falando em nomes, mas a decisão final está longe de entrar na pauta, segundo ele mesmo. Só se sabe que ele vai medir milimetricamente os nomes disponíveis.

Governo no campo

Neném Junqueira, secretário de Agricultura do Acre, levou o Governo Gladson Cameli para dentro do roçado. Além dos grandes produtores, Junqueira refez o elo com os pequenos. Na última segunda-feira, 11, pleno feriado, Neném estava na Transacreana se relacionando com agricultores em um churrasco, acredite, patrocinado por agricultores da Transacreana em agradecimento pela abertura de ramais.

Fim da CPI

Informação quentinha: a CPI do transporte público não deve seguir na Câmara Municipal de Rio Branco. Depois do PL aprovado por maioria esmagadora que autoriza o prefeito Bocalom a subsidiar as empresas, uma CPI não faz o menor sentido.

Vem bomba

Na próxima semana a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), deve dar uma entrevista reveladora. É aguardar.

Levando a sério

O deputado Jenilson Leite (PSB) está levando a sério essa sua andança pelo Acre visando disputar o Governo em 2022. Tanto que pedi uma entrevista para falar sobre e ele pediu um tempo para responder. Tipo: não quer responder qualquer coisa para não comprometer seu propósito.

Burocracia

Conversando com o diretor-presidente do Deracre, Petrônio Antunes, ele revela o quanto a burocracia tem feito mal ao Brasil. Até dar ordem de serviço de uma obra o caminho é longo. Uma emenda, por exemplo, se tiver um esforço concentrado muito grande e muita influência em Brasília, ela pode ser executada em um ano.

Difícil assim.

Vai ter humildade

Ao não disputar o Governo em 2022 é preciso saber se o PT terá humildade suficiente para ser coadjuvante em uma chapa encabeçada, por exemplo, pelo PSB. Se bem que, pelo interesse que tem na cadeira do Senado, Jorge Viana anda tão humilde.

Regra dura

Devido a dureza da regra eleitoral para 2022, nessa pré-campanha o que vai ter de blefe. Gente que quer apenas viabilizar a reeleição, dizendo que é candidato a senador, a governador…

Concorrência

Depois de ter certeza que Gabriela Câmara não disputa para estadual, o deputado Wagner Felipe (PL) ficou tão aliviado que se danou a fazer agendas.

Bem pensado

Certo está o pastor Arnaldo Barros (Podemos), que mesmo se destacando como vereador, vai deixar para disputar uma eleição só em 2024. Em 2022 quer fortalecer o grupo.

Dificuldade

Aparecendo seguidamente em posição ruim nas pesquisas para o Governo, o senador Sérgio Petecão (PSD) começa a sentir dificuldade, inclusive, para montar suas chapas proporcionais. Futuro candidato é bicho escabreado. Só quer ir pra onde vê futuro.

Espertos

Pessoal da esquerda no Acre não é bobo. Sabe que aqui Bolsonaro é preferência, razão pela qual ninguém agride o presidente. Um ou outro gato pingado fala algumas bobagens nas redes sociais.

Terceira via

O grupo do Acre que sonha com uma terceira via para presidente começa a murchar. Devido ao ódio ao presidente Bolsonaro, muitos já falam em se abster. Caso Lula e caterva voltem, essas pessoas terão total responsabilidade.

Só especulação

Márcio Bittar diz que o União Brasil, fusão de DEM e PSL, é ainda uma incógnita em relação a 2022. Pode até lançar um nome para presidente, como o de Mandetta, por exemplo, para não ir a lugar nenhum, quanto apontar o nome de ACM Neto para vice de Bolsonaro. Com relação ao Acre, o grupo daqui continuará apoiando Bolsonaro naturalmente. Bittar lembra que em 2018 era candidato pelo MDB, que tinha candidato a presidente, mas avisou que ia apoiar Bolsonaro e pronto. Ou seja: qualquer coisa que se fala por aqui é mera especulação.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Márcio Bittar: “A Márcia está preparada para vencer o candidato da esquerda”

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A ponderação é do senador Márcio Bittar (sem partido). E não é blefe. Ele é o responsável por esse agigantamento da pré-candidatura da Márcia ao Senado da República. Conseguiu, além de uma coalizão de partidos sem precedentes, colocar a Márcia como a candidata do presidente Bolsonaro. É o discurso capaz de colocar por terra os argumentos verdes e vermelhos do possível candidato da esquerda, o Jorge Viana.

Grupo imbatível

Vejo alguém dizer que o Gladson Cameli (Progressistas) tem um problemão para resolver em relação ao monte de pré-candidatos ao Senado. Não enxergo problema. Quem tem nomes como os de Alan Rick, Vanda Milani, Mailza Gomes e Jéssica Sales numa lista de pretensos candidatos ao Senado tem a solução. É um time de respeito em torno de sua candidatura a reeleição, que numa arrumação política bem orquestrada resultará em um grupo imbatível.

Pior é o Lula

Ruim é a situação do Lula, que além do próprio ser um condenado por corrupção, está cercado de figuras indesejáveis, quase todas também condenadas.

Decidido

A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), já decidiu: não disputará as eleições em 2022. Na família dela só não foi decidido qual dos dois irmãos, Tadeu Licurgo, seu braço direito na prefeitura, ou médico Hassem Licurgo, que trabalha na região do Iaco há mais de dez anos, disputará as eleições para deputado estadual em 2022. Ela também nega que vá se filiar no PROS, sigla do namorado dela, o secretário estadual do Meio Ambiente, Israel Milani. Nem ela, nem os irmãos.

Sem sucesso

Tentei ver a reação da senadora Mailza Gomes sobre a possível filiação de Bolsonaro no partido dela, o Progressistas, mas não logrei êxito. Ela empreendeu fuga pela tangente.

Fica com Bittar

Ouvi dos irmãos Moreira, em Brasileia: muito dificilmente a Leila Galvão deixará de seguir o senador Márcio Bittar. Ou seja: é praticamente descartada a ida dela para um partido que cerca o senador Petecão (PSD), em campanha para o Governo.

Apoio do Gladson

Em relação a essas operações policiais no Acre, o governador Gladson Cameli foi bem claro à coluna: é totalmente a favor. Quem faz cagada na gestão pública vai pagar o preço e não terá mão nas costas passada por ele. A única ressalva que faz é que não precisa a polícia usar exagero, politizar com pirotecnia as operações.

Não sei mesmo

Todo mundo querendo saber quem é o ex-deputado acusado de grilagem de terra no Acre em cuja casa foram feitas buscas e apreensões pela Polícia Federal anteontem. Eu não sei. E soubesse não diria. Esse negócio dá morte e eu não quero morrer tão cedo.

Quem assume

Pelas contas feitas, caso o vereador Célio Gadelha (MDB) perca mesmo o mandato, quem assumiria sua cadeira seria o suplente de um outro partido e não do MDB. É simples. O juiz anulou os votos. A vaga será do partido que tiver a maior sobra.

Bocalom acertou

Se a gente trocar em miúdos, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), conseguiu um feito inédito: resolveu a situação dos trabalhadores das empresas de ônibus e ainda conseguiu baixar a passagem. Mais na frente as pessoas vão entender.

Tem que mudar

Agora vou escrever um negócio: essas empresas de ônibus, fuleiras, que fazem o povo sofrer nas paradas, precisam mudar geral. Se continuarem agindo como sempre será uma grande sacanagem com o prefeito Tião Bocalom.

E o MDB em 22?

Flaviano Melo já mostrou que ressurge do nada, quando quer. É o que vai precisar fazer com seu MDB todo esvaziado para as eleições de 2022. Se vai chamar a velha guarda, com Mauri, João Correia e etc. Ou se potencializa o time novo, com Emerson Jarude, João Marcos Luz, Oséias Silva…

Belo trabalho

Talvez pela pouca divulgação pouca gente está percebendo o quanto o presidente Arlenilson Cunha está avançando com o Iapen. Vou citar só um exemplo: ele é o primeiro do Brasil a fazer um convênio com o Banco do Brasil por meio do qual reeducandos estão abrindo suas contas. É um projeto piloto sobre o qual o Brasil todo está de olho. 

Simples assim

Vi algumas pessoas questionando o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) por estar criticando a merenda escolar, o que não fez durante 20 anos, quando mamava nos governos da Frente Popular. Fui simplista: é papel dele. Está na oposição e pela forma como entregaram o Acre para o Gladson vão demorar a voltar.

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