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Economia do Acre deve crescer 6,4% em 2026, mais que o triplo da média nacional, projeta Banco do Brasil

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A economia do Acre deverá registrar crescimento de 6,4% em 2026, desempenho mais de três vezes superior à expansão de 1,8% projetada para o Brasil. A estimativa consta da Resenha Regional de setembro, elaborada pela equipe de Assessoramento Econômico do Banco do Brasil, e coloca o estado entre os destaques da Região Norte.

A diferença entre as projeções acreana e nacional chega a 4,6 pontos percentuais. Em relação à média do Norte, estimada em 2,3%, a vantagem do Acre é de 4,1 pontos percentuais.

O levantamento aponta que o principal impulso à economia estadual deverá vir dos serviços, com crescimento projetado de 7%. A indústria aparece em seguida, com expansão de 5,3%, enquanto a agropecuária deverá avançar 3,9%.

As três atividades apresentam perspectivas superiores às respectivas médias nacionais. Para o Brasil, o Banco do Brasil prevê crescimento de 1,8% nos serviços, 1,7% na indústria e 2,4% na agropecuária.

No conjunto da Região Norte, o desempenho acreano também se destaca. O estudo projeta crescimento de 8,2% para o Amapá, 6,5% para Rondônia, 3,8% para Tocantins, 2,2% para Roraima, 0,5% para Amazonas e 0,4% para Pará.

Com a previsão de 6,4%, o Acre ocupa a terceira posição regional, atrás apenas de Amapá e Rondônia. A diferença para Rondônia é de apenas 0,1 ponto percentual.

Segundo a análise do Banco do Brasil, o desempenho relativamente favorável de parte dos estados nortistas está associado ao comércio, aos serviços e à sustentação do mercado de trabalho. O estudo também destaca a importância dos investimentos localizados para a atividade econômica regional.

As estimativas integram o cenário econômico elaborado em setembro de 2026 e estão sujeitas a revisões. Os resultados efetivos do Produto Interno Bruto estadual serão conhecidos posteriormente, por meio das estatísticas oficiais das contas regionais.

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