POLÍTICA
Prefeitos ameaçaram boicote à Amac se substituto de Bocalom não fosse do interior

A Amac, Associação dos Municipios do Acre, correu o risco de ser esvaziada se o substituto do ex-presidente, Tião Bocalom (PSDB), não fosse de uma das prefeituras do interior. A ‘rebelião’ só recuou após garantia de que o prefeito de Cruzeiro do Sul, Zequinha Lima (PP), estaria disposto a ocupar a cadeira.
A eleição para escolha do substituto aconteceu na última sexta-feira, 17, na sede da Amac, em Rio Branco. Maioria dos prefeitos não queria que a associação seguisse com o prefeito da capital, alegando não constar nada no estatuto que garanta isso. Alguns deles inclusive faltaram ao ato. Ao final, acabaram de entendendo, o prefeito de Cruzeiro eleito e, apenas três deles ainda não ficaram satisfeitos e devem se desfiliar. A prefeita do Quinari, Rosana Gomes, seria uma delas.
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