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Secretaria de Planejamento volta a pesquisa de custos da cesta básica no interior do Acre

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Agência AC

O governo do Estado do Acre, por meio da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (Seplag), retoma neste mês de dezembro a pesquisa de custos da cesta básica em Rio Branco e do tempo de trabalho necessário para um trabalhador adquiri-la. De início, será levantado somente o custo da cesta básica, ficando o levantamento completo da pesquisa para janeiro de 2022.

A pesquisa visa a coleta primária, tabulação de dados e a divulgação de informações dos principais estabelecimentos que comercializam os produtos que compõem a cesta básica de alimentação, limpeza doméstica e higiene pessoal. Em 2018 a pesquisa precisou parar por falta de recursos e estrutura, problemas esses que foram contornados nesse ano de 2021, resultado do esforço do governo do Estado em readequar gastos e prioridades.

Os produtos da cesta básica e suas respectivas quantidades mensais são diferentes por regiões e compõem os fornecimentos mínimos para o sustento e bem-estar de um trabalhador em idade adulta. O Decreto Lei nº. 399/1938, que regulamenta o salário mínimo e que continua em vigor até hoje, também determina os produtos a serem pesquisados, quanto a suas respectivas quantidades.

Para medir a evolução dos preços desses bens em cada capital é necessária a realização de uma pesquisa de locais de compra. “Com a possibilidade de revisão periódica das provisões da cesta alimentar, conforme prevê o Decreto Lei nº. 399/1938, para o estado do Acre substituiu-se o item batata por mandioca e dividiu-se a quantidade do item carne entre carne bovina e frango”, explica Marky Brito, chefe do Departamento de Estudos, Pesquisas e Indicadores da Seplag.

No Acre substituiu-se o item batata por mandioca e dividiu-se a quantidade do item carne entre carne bovina e frango. Foto: Decom/Seplag.

Linha do tempo e pesquisa

Iniciado nos anos 80, o trabalho de coleta e divulgação sofreu um grande impacto causado pelas mudanças na dinâmica do mercado consumidor e no perfil dos estabelecimentos, sendo necessária a realização de atualizações na metodologia da pesquisa de preços.

“Por isso, em 2009 houve uma reestruturação da pesquisa com a inclusão do município de Cruzeiro do Sul e em junho de 2011 iniciou-se a pesquisa nos municípios de Epitaciolândia/Brasileia e Sena Madureira. Em fevereiro de 2012 foi incluído o município de Feijó. Esses municípios compõem os principais mercados consumidores do Estado”, afirma Brito.

No mês de abril de 2011, em Rio Branco, foi realizado o levantamento e cadastramento de novos estabelecimentos comerciais, resultando no aumento da mostra de pesquisa que passou de 51 para 74 locais. Até 2018, a coleta de preço dos produtos que compõem a cesta básica era realizada em 37 estabelecimentos em Cruzeiro do Sul, 28 em Epitaciolândia/Brasiléia e 21 em Sena Madureira. Em 2021, para o início da pesquisa foram considerados 50 estabelecimentos em Rio Branco, número que será ampliado em 2022.

Os estabelecimentos comerciais selecionados para a pesquisa são os mercados varejistas de grande, médio e pequeno porte, açougues e panificadoras, localizados em diferentes bairros. Também fazem parte da pesquisa matrizes e filiais de mercados varejistas.

Para medir a evolução dos preços desses bens em cada capital, é necessária a realização de uma pesquisa de locais de compra. Foto: Decom/Seplag.

Segundo Marky Brito, os mercados varejistas de médio e pequeno porte são pesquisados nos bairros de maior representatividade populacional nos municípios, sendo selecionados aqueles de fácil acesso, com maior frequência da população e aqueles que têm maior variedade de marcas e produtos.

A partir de 2022, a equipe do Departamento de Estudos, Pesquisa e Indicadores da Seplag realizará a coleta de preços em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, semanalmente, de 2ª a 6ª feira, com cada estabelecimento sendo visitado duas vezes por mês. Nos municípios de Epitaciolândia/Brasiléia e Sena Madureira, prevê-se que deverá ser realizada duas vezes por mês a cada 15 dias.

Importância da Pesquisa

Por meio da pesquisa é possível demonstrar a evolução mensal do custo das cestas básicas de alimentação, limpeza doméstica e higiene pessoal, bem como o tempo de trabalho necessário para sua aquisição e o gasto de uma família padrão. Dessa forma, a população pode usar os resultados da pesquisa como referência para realizar suas compras mensais, poupando e estimulando a concorrência.

Além disso, o poder público pode utilizar esses resultados para orientar a política salarial e realizar ajustes no valor do salário mínimo, atuando também junto aos órgãos de controle para impedir que estabelecimentos pratiquem preços abusivos ao consumidor.

A partir de 2022, a equipe do Departamento de Estudos, Pesquisa e Indicadores da Seplag realizará a coleta de preços em Rio Branco e Cruzeiro do Sul, semanalmente. Foto: Decom/Seplag.
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Após repercussão, DNIT contesta problema na estrutura da ponte do Abunã

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Um vídeo publicado por um motorista que passava na Ponte do Rio Madeira em Abunã Rondônia acabou gerando polêmica. Na imagem, o homem registra alguns pontos de interdição sobre a estrutura que teve parte da pista fechada para um reparo momentâneo. “No pé da ponte, indo para Porto Velho, pararam a gente. A ponte começou a dar problema”, relatou.

Mas o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) em Rondônia, responsável pela estrutura, André Santos, tratou de explicar, que “a interdição não ocorreu por um problema grave como o motorista disse no vídeo. A situação estaria atrelada ao desregulamento de um graute, e que não seria nada grave, algo que ocorre na junta de dilatação”, explicou.

O graute, segundo informações é um tipo de concreto que serve para preencher um espaço vazio de (blocos e/ou canaletas).

Ainda segundo informações, o reparo começou na quarta-feira (26) e vem ocorrendo pela empresa Arteleste, responsável pela construção do empreendimento que foi inaugurado, em 07 de maio de 2021.

Além disso, o prazo para que o material se restabeleça era de 24 horas a contar pela data do ocorrido. Com relação ao vídeo, o titular da pasta classificou, de “sensacionalista e que serviços de reparo serão feitos sempre que a estrutura necessitar”.

[Emerson Barbosa, News Rondônia]

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Em 2021 o Banco Central registrou apenas 60 notas falsas no Acre: no Brasil foram mais de 227 mil

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Relatório divulgado pelo Banco Central revelou que no ano de 2021, no Brasil, circularam 227.136 cédulas falsas de dinheiro. São Paulo foi o estado que mais apresentou número de notas. O Acre ficou na lanterna com apenas 60 notas. Apesar da quantidade identificada ser muito grande, o número foi 30% menor em comparação com 2020.

Entre as notas mais falsificadas, a cédula de R$ 100 reais contabilizou 89.917 em todo o país. Chama a atenção também a quantidade de notas de R$ 200 que foram fraudadas. Nas contas do BC, a cédula, lançada em setembro de 2020, ganhou 43.200 cópias ilegais.

O campeão, São Paulo, registrou 87.481 notas falsas, sendo um total em porcentagem de 37,48%. De curioso há, inclusive, 3 notas de R$ 10 de plástico que começaram a sair de circulação ainda em 2006 e também 8 únicas notas falsas de R$ 1 identificadas em 2021 que deixaram de ser fabricadas em 2006.

Garimpando ainda os dados do Acre, das 60 cédulas falsificadas, 1 era de R$ 10 reais, 7 de R$ 20 reais, 14 de R$ 50 reais e 36 de R$ 100 reais.

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Onze cidades do Acre que ainda não têm TV Digital são convidadas para integrar o “Digitaliza Brasil”

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Onze cidades do Acre poderão se candidatar a receber a instalação completa da infraestrutura do sinal digital de TV. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) do Ministério das Comunicações (MCom) possibilitou a convocação, via edital, do programa “Digitaliza Brasil” que estará disponível até 25 de fevereiro. “O objetivo é levar a instalação de retransmissores às cidades que ainda não dispõem da tecnologia”, enaltece a Abert que exaltou a ação do MCom.

Foram citadas na portaria as cidades de Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rodrigues Alves e Xapuri.

O programa possibilita distribuir kits de conversão do sinal analógico para o digital às famílias de baixa renda, integrantes do Cadastro Único, como, por exemplo, beneficiários do Programa Bolsa Família.

As retransmissoras ficarão sob a responsabilidade da prefeitura ou de instância indicada pelo poder público. “Os recursos aplicados na iniciativa são remanescentes da limpeza da faixa de 700 MHz, conforme projeto elaborado pelas emissoras de TV e aprovado pela Anatel”, acrescenta.

Ao preencher o termo de adesão, “as prefeituras devem se comprometer a fornecer um local para a instalação da infraestrutura compartilhada, e se responsabilizar pela segurança, operação e manutenção da infraestrutura após a implantação”.

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