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SAÚDE

Tratamento com LED pode melhorar a aparência da celulite, mas não elimina o problema de forma definitiva

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O uso da tecnologia de LED tem ganhado espaço nas clínicas de estética como alternativa para melhorar a aparência da pele e reduzir os sinais da celulite. No entanto, especialistas alertam que o procedimento não elimina a celulite de forma permanente e deve ser visto como um tratamento complementar, não como uma solução definitiva. Hospital Israelita Albert Einstein

Segundo o médico consultado pelo Metrópoles, a luz emitida pelo LED pode estimular a circulação sanguínea, favorecer a produção de colágeno e contribuir para uma melhora temporária da textura da pele. Apesar disso, os resultados costumam ser discretos e dependem da continuidade do tratamento e da adoção de hábitos saudáveis. Metrópoles

A celulite é uma condição muito comum, principalmente entre as mulheres, e está relacionada à forma como a gordura, o tecido conjuntivo e a pele se organizam. Fatores como predisposição genética, alterações hormonais, sedentarismo, ganho de peso e envelhecimento podem influenciar seu aparecimento e intensidade. Hospital Israelita Albert Einstein

De acordo com o especialista, embora o LED possa proporcionar uma melhora visual, não há evidências científicas de que o tratamento elimine definitivamente a celulite. Por isso, é importante que pacientes desconfiem de promessas de resultados permanentes ou milagrosos. Metrópoles

Os dermatologistas explicam que os melhores resultados costumam ser obtidos quando diferentes estratégias são combinadas, como alimentação equilibrada, prática regular de atividade física, controle do peso corporal e procedimentos estéticos indicados por profissionais qualificados. Ainda assim, nenhuma técnica é capaz de garantir o desaparecimento definitivo da celulite. Hospital Israelita Albert Einstein

Antes de iniciar qualquer tratamento estético, a recomendação é procurar um dermatologista ou médico habilitado para avaliar cada caso individualmente e indicar a abordagem mais adequada, evitando procedimentos sem comprovação científica ou promessas irreais.

Fonte: Metrópoles e Sociedade Brasileira de Dermatologia. Metrópoles

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