POLÍTICA
Marcio Bittar senta com um grupo de jovens da direita do Acre e discutem bandeiras conservadoras

O PL Jovem, movimento da juventude do Partido Liberal, realizou na noite desta quarta-feira, 23, uma reunião com a presença do senador Marcio Bittar. O encontro marcou um bate-papo com a juventude de direita, buscando fortalecer o diálogo entre gerações dentro da legenda. João Paulo Bittar, presidente estadual da juventude e pré-candidato a deputado, também esteve presente no evento.
Ao iniciar a conversa com os jovens de direita, Bittar afirmou que considera fundamental aproximar a juventude conservadora da política e reconheceu que esse diálogo precisa ser fortalecido.
Segundo o senador, as pesquisas mostram que a direita ainda enfrenta dificuldades para se conectar com o público jovem e, por isso, defendeu que uma nova geração assuma esse protagonismo.
“A responsabilidade é minha. Provavelmente eu não soube, até hoje, explicar ou me fazer entender. Eu preciso da ajuda de vocês”, disse Bittar aos jovens presentes. O senador relembrou que decidiu ingressar na política em 1990 com o objetivo de trabalhar pelo desenvolvimento do Acre e afirmou que esse propósito permanece o mesmo. “O objetivo continua sendo exatamente o mesmo. Mas não dá para fazer isso sozinho”, completou.
Para Bittar, a ascensão de lideranças jovens da direita representa uma mudança importante. O senador apontou que há 20, 30 ou 40 anos a política era praticamente um monopólio da esquerda entre os jovens. “Hoje nós temos lideranças jovens de direita, e o maior exemplo é o Nikolas Ferreira”, destacou. O senador espera que a juventude utilize sua própria linguagem para defender as ideias conservadoras, reconhecendo a importância de uma comunicação geracional adequada.
João Bittar também contribuiu com sua perspectiva sobre a política durante o encontro. O pré-candidato destacou que a política, por si só, não é boa nem ruim, mas depende da forma como é utilizada. “A política não tem vontade própria. A política é uma ferramenta, é um instrumento que pode ser usado para o bem ou para o mal”, afirmou João Paulo. Sua fala buscava reposicionar a política como um meio, não como um fim em si mesmo.
Ao concluir, João afirmou que nenhuma outra atividade possui capacidade maior de transformar a realidade das pessoas quando exercida com responsabilidade e propósito. “Quando usada para o bem, nada, nada neste mundo muda mais a vida das pessoas positivamente do que a política”, finalizou o pré-candidato.














