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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Vem aí um Republicano gigante com chapa forte de federal e estadual

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O Republicanos, que já elegeu no Acre dois deputados federais – Alan Rick e Manoel Marcos -, além de vereadores, está sendo construído de dentro para fora para chegar um gigante em 2022. João Paulo Bittar, o presidente, terá um time de primeiro mundo ao seu redor para formar as chapas. Vi a estrutura que está sendo montada.

PSL

Outro partido cujo bastidores está sendo feito um trabalho gigante é o PSL. Pedro Valério, o presidente, rei das lives, garante: elege ao menos um federal e uns dois estaduais – ou mais. Ele só não conta com o vereador eleito na capital, Hildegard Pascoal, que deu uma afastada depois da eleição.

Partido novo da bispa

Antônia Lúcia, a missionária da rede Boas Novas, deixará o PL, depois de longos anos à frente da sigla. Na próxima semana ela anuncia sua nova casa.

Fundão conveniente

No Acre, só um político com mandato teve coragem de se levantar contra o fundão eleitoral: Márcio Bittar (MDB). Os petistas, que tem uma das maiores fatias da verba, ficaram como tossim de porco em saco de matéria, um silêncio só.

Andarilha

A partir de agosto a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), vai visitar a maioria dos municípios. A agenda é da Amac, a entidade da qual ela é vice-presidente. O presidente é Tião Bocalom (Progressistas), prefeito de Rio Branco. Quanto às eleições de 2022, ela diz que tem até março para se decidir.

Silêncio

O advogado, médico e apóstolo Ildson Viana, “estrela” do noticiário nos últimos dias, acusado de assédio, disse que vai dar o silêncio como resposta, sobretudo porque ainda está procurando saber qual crime cometeu.

É preciso outros ingredientes

Uma candidatura a governador com chances precisa ter um apelo popular. Não é só juntar um grupo que está com raiva porque não ganhou cargo no atual governo e pronto. Essa é reflexão mais lúcida que ouvi numa roda de converscote político, nesta quinta.

Igrejas fechadas

A pandemia deixou um rastro de morte em todos os sentidos. Além de vidas, matou muita gente espiritualmente. Andamos fazendo as contas e a Covid-19 é responsável, também, pelo fechamento de igrejas, principalmente aquelas de pouca estrutura. Mas isso não deixa de ser um sinal. Os crentes entenderão.

Alzheimer

Quem critica a situação das BRs no momento é porque já esqueceu que nos últimos quatro anos de governos do PT essas vias fecharam no inverno.

Dor de cabeça

Com as máquinas roncando pra todo lado, servidores recebendo adiantado, licitações de grandes obras sendo iniciadas, o governador Gladson Cameli só tem um problema para resolver, que na verdade nem é exatamente dele: definir um candidato a senador que caminhará consigo na reeleição. É porque são muitos candidatos para uma vaga só.

Mexeu com Bocalom

Se o presidente da Câmara de Rio Branco, vereador N Lima (Progressistas), tinha interesse em adoçar a boca do prefeito Tião Bocalom (Progressistas), ele conseguiu fácil ao prestar uma homenagem póstuma a primeira-dama do município, dona Beth, falecida há pouco mais de dois meses. O velho Boca se derrete quando fala dela.

Fim da esperteza

Esse modelo de disputa eleitoral, sem as coligações, serviu para pôr fim a uma esperteza. Qualquer sicrano se apossava de um partido para vender apoio aos governos. A chita mudou de cor.

Bairristas

Um assessor do governador Gladson Cameli foi tentar resolver uma causa em Cruzeiro do Sul, como intermediário. Foi mandado embora de lá. Justificativa do grupo: “O Gladson é daqui nós não precisamos de intermediários para tratar as coisas com ele”.

Desafogou

A chegada do Alysson Bestene na secretaria de Governo funcionou como o governador queria, desafogando seu gabinete. Não tem nada que o Alysson não possa resolver.

Manifesto

Neste sábado, 24, tem manifestação contra o Governo Bolsonaro. Se repetir a última, a vergonha será maior ainda.

Camisinhas de Xapuri

O ex-vereador Afonso Fernandes, um dos três empresários que assumiu a massa falida que estava a fábrica de preservativos de Xapuri, a Natex, disse à coluna agora há pouco que a coisa estava pior do que imaginavam. “Mas vamos transformar numa empresa viável. Já estamos fornecendo para o Ministério da Saúde”, disse.

Isso é bom para a economia do Acre.

Recado

Quando declara a um site de notícias que “vê muita gente dizer que está com saudade de Jorge Viana”, a deputada federal Jéssica Sales (MDB) está fazendo um gesto, na verdade mandando um recado para o governador Gladson Cameli. Nada mais que isso.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Deputados e senadores boicotam agronegócio no Acre ao retirarem da Sepa R$ 68 milhões em emendas

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Ao menos quatro deputados federais e um senador retiraram suas emendas previamente destinadas a Secretaria de Produção (Sepa) num total de R$ 68 milhões. Apesar de ter um parlamentar da esquerda, os demais todos são “aliados” do atual governo. Por razões óbvias, o secretário Nenê Junqueira não divulga os nomes. Mas a grana daria para fazer o “milagre” do campo no Estado em menos de um ano. “Foram covardes com nossos produtores”, diz Junqueira.

Nome da AD

Jesuíta Arruda, com uma bagagem moral incalculável como ex-secretária de Saúde e membra antiga da igreja Assembleia de Deus Rio Branco, está decidida: disputará as eleições para deputada federal. Está conversando com os partidos e se animou muito com o futuro União Brasil, resultado da fusão entre DEM e PSL. A igreja vai se unir em torno desse projeto, segundo ouvi hoje.

Projeto Cosmetics

As empresas do Grupo J-Cruz, que controla a Hoje Cosmetics, Drogarias Ultra Popular e Farmácia do Consumidor, estão as que mais crescem no Acre. São mais de 30 lojas espalhadas no Estado e o objetivo, segundo o presidente do Grupo, Edson Cruz, é abrir 50 lojas até 2023. Haja empregos diretos e indiretos.

De olho na viúva

Viúva do vereador Jessé Santiago, Cacilda Barbosa, deverá ser convidada para ser suplente de um candidato a Senador. Só resta saber se ela vai aceitar.

Idaf

Aprovados no concurso do Idaf, cerca de 700 pessoas, querem que o governador Gladson Cameli chame pelo menos os cem primeiros. Ele daria uma demonstração imensa de compromisso com a turma aprovada e com o próprio Idaf, segundo membros da comissão.

Blefe à vontade

Dirigentes de partidos pequenos vão blefar até não poder mais sobre a formação de suas chapas. Uma maioria, absoluta maioria, não vai formar chapa nenhuma.

Prosa

Piada que circula nos bastidores: qual prefeito resistiria a cantada de um relator do orçamento da União? Resposta: nenhum.

Agenda fora

“Prefiro estar nessas agendas corridas do que estar dentro do Palácio.”

Do governador Gladson Cameli sobre as constantes agendas pelo interior do Acre.

Insistência

O Senador Sérgio Petecão (PSD) insiste na ideia de que nunca disputou uma eleição tão fácil como a que vem aí. Será que ele anda enxergando bem ainda?

Longe, mas em casa

“Aqui eu estou em casa. Minha família é daqui de perto.”

Do deputado estadual Gehlen Diniz (Progressistas), durante churrasco no Seringal Passagem, alto Rio Iaco, nos fundos de Xapuri.

Só a ala antiga

Conversei com um ex-secretário dos governos petistas e ele admite: uma candidatura de Jorge Viana ao Governo só teria apoio daquela ala antiga da esquerda acreana. Ele avalia que a turma dos cargos comissionados esquece do benefício um dia depois da exoneração.

Chateados

Os Gadelha, família do vereador Célio (MDB), recém-cassado pelo TRE, lança culpa sobre a situação vexatória ao grupo que está no poder. Eles sempre odiariam a esquerda, mas a chateação pode levá-los a apoiar um candidato de lá em 2022.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Flaviano Melo seria um nome e tanto para vice porque resolveria muita coisa ao mesmo tempo; resta saber se ele topa

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Flaviano Melo (MDB) tem um dos comportamentos mais intrigantes entre políticos brasileiros. Em 40 e tantos anos de carreira, foi prefeito, governador, senador e deputado federal sem mudar jamais seu estilo, marcado pela calma total. Nunca respondeu a seus críticos, ao menos com faniquitos, não briga com ninguém no público, nem nos bastidores. Mais: foi um grande gestor. Ainda hoje é lembrado pelas grandes obras, como os maiores conjuntos habitacionais, por exemplo. Portanto, seria o vice perfeito para o governador Gladson Cameli. Flaviano jamais representaria risco para o titular e, aos 70 e poucos anos de idade, ainda poderia encerrar a carreira em grande estilo, governando o Estado por uns oito meses. Só tem um detalhe crucial: saber se ele toparia.

Gladson quer?

Tem uma outra pergunta em relação ao nome de Flaviano Melo como opção para vice. Saber se o governador Gladson Cameli (Progressistas) também tem interesse, uma vez que sua experiência foi traumática nesse sentido. Gladson andou falando em nomes, mas a decisão final está longe de entrar na pauta, segundo ele mesmo. Só se sabe que ele vai medir milimetricamente os nomes disponíveis.

Governo no campo

Neném Junqueira, secretário de Agricultura do Acre, levou o Governo Gladson Cameli para dentro do roçado. Além dos grandes produtores, Junqueira refez o elo com os pequenos. Na última segunda-feira, 11, pleno feriado, Neném estava na Transacreana se relacionando com agricultores em um churrasco, acredite, patrocinado por agricultores da Transacreana em agradecimento pela abertura de ramais.

Fim da CPI

Informação quentinha: a CPI do transporte público não deve seguir na Câmara Municipal de Rio Branco. Depois do PL aprovado por maioria esmagadora que autoriza o prefeito Bocalom a subsidiar as empresas, uma CPI não faz o menor sentido.

Vem bomba

Na próxima semana a prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), deve dar uma entrevista reveladora. É aguardar.

Levando a sério

O deputado Jenilson Leite (PSB) está levando a sério essa sua andança pelo Acre visando disputar o Governo em 2022. Tanto que pedi uma entrevista para falar sobre e ele pediu um tempo para responder. Tipo: não quer responder qualquer coisa para não comprometer seu propósito.

Burocracia

Conversando com o diretor-presidente do Deracre, Petrônio Antunes, ele revela o quanto a burocracia tem feito mal ao Brasil. Até dar ordem de serviço de uma obra o caminho é longo. Uma emenda, por exemplo, se tiver um esforço concentrado muito grande e muita influência em Brasília, ela pode ser executada em um ano.

Difícil assim.

Vai ter humildade

Ao não disputar o Governo em 2022 é preciso saber se o PT terá humildade suficiente para ser coadjuvante em uma chapa encabeçada, por exemplo, pelo PSB. Se bem que, pelo interesse que tem na cadeira do Senado, Jorge Viana anda tão humilde.

Regra dura

Devido a dureza da regra eleitoral para 2022, nessa pré-campanha o que vai ter de blefe. Gente que quer apenas viabilizar a reeleição, dizendo que é candidato a senador, a governador…

Concorrência

Depois de ter certeza que Gabriela Câmara não disputa para estadual, o deputado Wagner Felipe (PL) ficou tão aliviado que se danou a fazer agendas.

Bem pensado

Certo está o pastor Arnaldo Barros (Podemos), que mesmo se destacando como vereador, vai deixar para disputar uma eleição só em 2024. Em 2022 quer fortalecer o grupo.

Dificuldade

Aparecendo seguidamente em posição ruim nas pesquisas para o Governo, o senador Sérgio Petecão (PSD) começa a sentir dificuldade, inclusive, para montar suas chapas proporcionais. Futuro candidato é bicho escabreado. Só quer ir pra onde vê futuro.

Espertos

Pessoal da esquerda no Acre não é bobo. Sabe que aqui Bolsonaro é preferência, razão pela qual ninguém agride o presidente. Um ou outro gato pingado fala algumas bobagens nas redes sociais.

Terceira via

O grupo do Acre que sonha com uma terceira via para presidente começa a murchar. Devido ao ódio ao presidente Bolsonaro, muitos já falam em se abster. Caso Lula e caterva voltem, essas pessoas terão total responsabilidade.

Só especulação

Márcio Bittar diz que o União Brasil, fusão de DEM e PSL, é ainda uma incógnita em relação a 2022. Pode até lançar um nome para presidente, como o de Mandetta, por exemplo, para não ir a lugar nenhum, quanto apontar o nome de ACM Neto para vice de Bolsonaro. Com relação ao Acre, o grupo daqui continuará apoiando Bolsonaro naturalmente. Bittar lembra que em 2018 era candidato pelo MDB, que tinha candidato a presidente, mas avisou que ia apoiar Bolsonaro e pronto. Ou seja: qualquer coisa que se fala por aqui é mera especulação.

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EVANDRO CORDEIRO

COLUNA DO EVANDRO | Márcio Bittar: “A Márcia está preparada para vencer o candidato da esquerda”

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A ponderação é do senador Márcio Bittar (sem partido). E não é blefe. Ele é o responsável por esse agigantamento da pré-candidatura da Márcia ao Senado da República. Conseguiu, além de uma coalizão de partidos sem precedentes, colocar a Márcia como a candidata do presidente Bolsonaro. É o discurso capaz de colocar por terra os argumentos verdes e vermelhos do possível candidato da esquerda, o Jorge Viana.

Grupo imbatível

Vejo alguém dizer que o Gladson Cameli (Progressistas) tem um problemão para resolver em relação ao monte de pré-candidatos ao Senado. Não enxergo problema. Quem tem nomes como os de Alan Rick, Vanda Milani, Mailza Gomes e Jéssica Sales numa lista de pretensos candidatos ao Senado tem a solução. É um time de respeito em torno de sua candidatura a reeleição, que numa arrumação política bem orquestrada resultará em um grupo imbatível.

Pior é o Lula

Ruim é a situação do Lula, que além do próprio ser um condenado por corrupção, está cercado de figuras indesejáveis, quase todas também condenadas.

Decidido

A prefeita de Brasileia, Fernanda Hassem (PT), já decidiu: não disputará as eleições em 2022. Na família dela só não foi decidido qual dos dois irmãos, Tadeu Licurgo, seu braço direito na prefeitura, ou médico Hassem Licurgo, que trabalha na região do Iaco há mais de dez anos, disputará as eleições para deputado estadual em 2022. Ela também nega que vá se filiar no PROS, sigla do namorado dela, o secretário estadual do Meio Ambiente, Israel Milani. Nem ela, nem os irmãos.

Sem sucesso

Tentei ver a reação da senadora Mailza Gomes sobre a possível filiação de Bolsonaro no partido dela, o Progressistas, mas não logrei êxito. Ela empreendeu fuga pela tangente.

Fica com Bittar

Ouvi dos irmãos Moreira, em Brasileia: muito dificilmente a Leila Galvão deixará de seguir o senador Márcio Bittar. Ou seja: é praticamente descartada a ida dela para um partido que cerca o senador Petecão (PSD), em campanha para o Governo.

Apoio do Gladson

Em relação a essas operações policiais no Acre, o governador Gladson Cameli foi bem claro à coluna: é totalmente a favor. Quem faz cagada na gestão pública vai pagar o preço e não terá mão nas costas passada por ele. A única ressalva que faz é que não precisa a polícia usar exagero, politizar com pirotecnia as operações.

Não sei mesmo

Todo mundo querendo saber quem é o ex-deputado acusado de grilagem de terra no Acre em cuja casa foram feitas buscas e apreensões pela Polícia Federal anteontem. Eu não sei. E soubesse não diria. Esse negócio dá morte e eu não quero morrer tão cedo.

Quem assume

Pelas contas feitas, caso o vereador Célio Gadelha (MDB) perca mesmo o mandato, quem assumiria sua cadeira seria o suplente de um outro partido e não do MDB. É simples. O juiz anulou os votos. A vaga será do partido que tiver a maior sobra.

Bocalom acertou

Se a gente trocar em miúdos, o prefeito de Rio Branco, Tião Bocalom (Progressistas), conseguiu um feito inédito: resolveu a situação dos trabalhadores das empresas de ônibus e ainda conseguiu baixar a passagem. Mais na frente as pessoas vão entender.

Tem que mudar

Agora vou escrever um negócio: essas empresas de ônibus, fuleiras, que fazem o povo sofrer nas paradas, precisam mudar geral. Se continuarem agindo como sempre será uma grande sacanagem com o prefeito Tião Bocalom.

E o MDB em 22?

Flaviano Melo já mostrou que ressurge do nada, quando quer. É o que vai precisar fazer com seu MDB todo esvaziado para as eleições de 2022. Se vai chamar a velha guarda, com Mauri, João Correia e etc. Ou se potencializa o time novo, com Emerson Jarude, João Marcos Luz, Oséias Silva…

Belo trabalho

Talvez pela pouca divulgação pouca gente está percebendo o quanto o presidente Arlenilson Cunha está avançando com o Iapen. Vou citar só um exemplo: ele é o primeiro do Brasil a fazer um convênio com o Banco do Brasil por meio do qual reeducandos estão abrindo suas contas. É um projeto piloto sobre o qual o Brasil todo está de olho. 

Simples assim

Vi algumas pessoas questionando o deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) por estar criticando a merenda escolar, o que não fez durante 20 anos, quando mamava nos governos da Frente Popular. Fui simplista: é papel dele. Está na oposição e pela forma como entregaram o Acre para o Gladson vão demorar a voltar.

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