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CULTURA

Delegado de polícia do Acre lança livro contando sua história por meio de live nesta quarta, 12

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O livro trata da trajetória do autor que foi estudar direito aos 45 anos e fazer concurso para o cargo de Delegado de Polícia Civil depois dos 50 anos, sendo que tomou posse no cargo aos 55 anos no Estado do Acre. Atualmente é Delegado na Primeira Delegacia de Rio Branco, no bairro Sobral. É mestre em Direito Ambiental e Políticas Públicas.

A mensagem do livro é: VOCÊ TAMBÉM PODE, SÓ DEPENDE DE VOCÊ.

DEPOIS DOS 45 – NA PRORROGAÇÃO narra a história de uma pessoa determinada e confiante de que a caminhada é segura e vai dar certo. Mostra a possibilidade de ser possível buscar os sonhos a qualquer momento, sendo à vontade o aspecto determinante.

O livro, nos limites de uma ficção, expõe a firmeza com que o autor percorreu a sua senda numa certeza ímpar de que estava da rota certa ao fazer a opção de estudar depois dos 45 anos. Contudo já quero deixar claro que o livro não é um conto, é uma história real de um homem de carne e osso, certamente com uma mente diferenciada. Um nordestino destemido, que nasceu no interior do Maranhão, passou pelo Piauí e atualmente vive no Acre.

Judson Barros logrou êxito em diversos concursos depois dos 45 anos. Dentre os cargos que ocupou, podemos citar o de analista do Ministério Público do Amapá, analista da Defensoria Pública da União e professor da Universidade Federal do Amapá, onde cursou mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas. Tudo sem a necessidade de apadrinhamento, a troco de uma única receita: a confiança e a dedicação misturadas com a paciência.

Depois dos 50 anos resolveu ser Delegado de Polícia e conseguiu aprovação para o cargo no Acre e no Piauí. Esses Estados promoveram ações administrativas e judiciais, que beiram a irracionalidade, no sentido de não permitir que o autor efetivasse o seu intento. Assim, depois de aprovado nos concursos, foi obrigado a encarar uma insana demanda judicial contra esses Estados para garantir o seu direito.

Situações de tamanha discriminação não é compatível com o Estado Democrático de Direito, sobretudo porque se mostra sem respaldo constitucional. Mas o homem venceu de novo. E nesse ponto é importante que se observe a disposição de quem não retrocede porque um obstáculo foi armado a sua frente, pois a vontade de vencer está acima de eventuais perseguições descabidas.

O Estado não pode ser um ente discriminador sem propósito e sem base jurídica, antes deve promover a igualdade entre os cidadãos. O autor deixa claro que a etariofobia é tão violenta quanto o racismo e a homofobia.

É ao mesmo tempo uma história de superação e quebra de paradigmas. Num momento em que a grande maioria das pessoas entende não ser mais possível realizar as aspirações, Judson Barros resolveu cursar uma faculdade e reescrever a sua história de vida. O livro mostra como foi esse processo de reconstrução.

Importante aspecto do livro é mostrar para os leitores que o tempo e hora quem define é cada pessoa, nos limites de sua consciência. Que a questão da idade não tem qualquer importância. Que a hora de fazer é a hora que se resolve fazer. Ter 50, 60 ou 70 anos é de total irrelevância.

É um escrito que leva o leitor a reflexões, pois mostra a necessidade de mudanças de comportamento, de modo que se possa alcançar os objetivos planejados. Em um jogo, com preleção, primeiro tempo, intervalo, segundo tempo e prorrogação, o leitor irá entender como o autor, na sua experiência de vida, traçou e chegou aos seus objetivos.

Certamente que a história de Judson Barros pode servir como um norte, mas cada um terá o seu próprio modo de fazer e seguir na sua própria trilha.

O livro ainda mostra a sua relação familiar. O amor entre ele e seus filhos, Isis Valentina de Judson, Indira Maria e Judson Luís. Explica a valiosa importância da sua esposa Missy-Lany ao lhe dar apoio incondicional para que a caminhada se tornasse mais leve e possível. O imenso amor que conduziu a relação com a sua mãe Dica é outra faceta do autor que emociona.

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CULTURA

Pedro Ranzi e poeta da zona rural de Xapuri estão entre os dez novos imortais da Academia Acreana de Letras

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O Presidente da Comissão Eleitoral da Academia Acreana de Letras (AAL) Enilson Amorim, juntamente com o Presidente interino da AAL o escritor Renã Corrêa Pontes e os demais membros da Comissão Eleitoral apresentaram a imprensa às 20 horas de quinta-feira (30) no Museu do Tribunal de Justiça os nomes dos candidatos eleitos a ocuparem uma das 10 cadeiras vacantes da mais elevada instituição literária do Acre.

Ao todo, foram quinze candidatos que tiveram suas candidaturas homologadas cujos nomes foram publicados dia 20 de junho nos sites de notícias locais e demais redes sociais, o edital foi publicado no dia 25 de abril. 

Segundo o professor historiador Enilson Amorim, “a eleição presencial aconteceu de maneira tranquila e harmoniosa durante todo o dia 30 de junho no horário comercial. Os demais confrades que residem fora do Estado e que estão impossibilitados de votarem de forma presencial puderam participar do pleito votando pelo WhatsApp e por e-mail, atividade eleitoral assegurada no item 11 do referido Edital”, frisa Amorim que também é Diretor de Relações Públicas da confraria tida como a grande guardiã de nosso idioma pátrio em solo acreano.

Os membros da Comissão Eleitoral foram compostos pelos seguintes confrades Prof. Enilson Amorim (Presidente), Prof. Dr.ª Olinda Batista Assmar (Vice-presidente), Prof. Dr.ª Maria José Bezerra, Prof. Claudemir Mesquita (Membro) Adalberto Queiroz (Membro).  Portanto, os eleitos são:

Pedro Ranzi

Kelen Gleysse Maia Andrade

Adelino Cezar F. de Oliveira – Cezar

Negreiros

Manoel Coracy Sabóia Dias

Geórgia Pereira Lima

José Barbosa de Moraes

Lucicléia Barreto Queiroz

Milton Menezes Júnior

Rubicleis Gomes da Silva

Ueliton Santana dos Santos

A HISTÓRIA

A Academia Acreana de Letras-AAL, tem como principal finalidade cultivar nosso idioma pátrio e incentivar as produções literárias no âmbito do Estado do Acre e atualmente é presidida pela professora Dr.ª Luísa Galvão Lessa Karlberg ocupante da cadeira 34.

Fundada em 17 de novembro de 1937 a AAL é composta por 40 cadeiras de membros efetivos e tem o mesmo modelo da Academia Brasileira de Letras (ABL) que consequentemente segue o trilho da Academia Francesa de Letras. A única diferença é que, a Academia Francesa de Letras aceita membros de outros países enquanto que a ABL e a AAL só aceitam escritores brasileiros.

A Academia é composta por literatos, historiadores, gramáticos, poetas e grandes personalidades do mundo científico acadêmico e da literatura infantil sendo o escritor Enilson Amorim um de seus maiores expoentes.

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CULTURA

Frank Aguiar vem cantar no encerramento do Arraial do Sesc, que começa na próxima sexta-feira

Evento conta com barracas de comidas típicas, apresentações de quadrilhas e danças folclóricas, parque infantil, cantinho da cultura, bingos e brincadeiras tradicionais

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Na 36ª edição, o arraial do Sesc no Acre comemora mais um ano de uma proposta que se tornou sinônimo de sucesso com a participação da família comerciária e comunidade. O arraial começa nesta sexta, 1º, às 18 horas, no Sesc Bosque, e tem o encerramento no dia 3 de julho, com show do Frank Aguiar.

Considerado o evento cultural de maior tradição junina do Estado, o Arraial do Sesc conta, anualmente, com beleza, charme e animação que reúne pessoas de todos os bairros de Rio Branco e outros municípios.

Atrações Musicais

O evento conta com barracas de comidas típicas, apresentações de quadrilhas e danças folclóricas, parque infantil, cantinho da cultura, bingos e brincadeiras tradicionais e muita música. Na sexta-feira, o show é do Forró Pegada Prime; no sábado, 2, Sandra Melo e Banda; e no domingo, show nacional, com Frank Aguiar.

Quadrilhas Juninas

O Arraial tem um trabalho que hoje alcança um público muito grande em três dias de festa. O ápice da festa em todos os anos são as apresentações das quadrilhas da terceira idade do Sesc e das quadrilhas da Liga de Quadrilhas Juninas do Acre.

Programação completa no site.

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CULTURA

Coletivo acreano lança filme que conta seus 20 anos de história

A produção independente conta com depoimentos de significativas personalidades acreanas

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O Centro de Antropologia do Teatro e Antropofagia do Cinema – Catac, em comemoração aos 20 anos de fundação, lança, em programação realizada na Filmoteca Acreana, que vai de 29 de junho a 1º de julho, o documentário “Daqui onde estou dá para ver o Brasil”.

O filme é uma produção independente lançado graças ao apoio de 102 apoiadores de 15 estados brasileiros por meio de financiamento coletivo em campanha de arrecadação realizado no Catarse e apresenta esses 20 anos de história por meio de imagens, documentos e depoimentos de significativas vozes acreanas e de outros estados do Brasil.

O documentário conta com a presença de historiadores, jornalistas e artistas brasileiros como Antônio Alves, Francisco Piãko, Kixirrá Jamamadi, Wanãn Jamamadi, Maurice Capovilla, João das Neves, Zuenir Ventura, Paulo José, Antunes Filho, Dona Ivone Lara, Monarco, Marília Pêra, Dona Lúcia Rocha, Bibi Ferreira, Amir Haddad, Zé Celso Martinez Correa e Nélson Pereira dos Santos entre muitos outros.

Fundado em 2002, o coletivo formou jovens e adultos, gratuitamente, por meio da criação de espetáculos, mostras, cineclubes itinerantes, publicações e oficinas permanentes que capacitaram aproximadamente 600 pessoas da rede estadual de ensino público na capital e em outros sete municípios acreanos.

A programação que acontece sempre a partir das 19 horas na Filmoteca Acreana está organizada da seguinte forma:

29 de junho

Nascimento do Catac

Debatedores: Antonio Alves e Jorge Henrique

Cataquista Mediador: Nony Maia

30 de junho

Temática Indígena

Debatedor: Franscisco Piãko 

Cataquista Mediadora: Samirra Ganum

1º de julho

Teatro e Cinema no Acre

Debatedores: Silene Farias e Adalberto Queiroz

Cataquista Mediadora: Maria Rita

Ficha técnica

DIREÇÃO: Flávio Kactuz ROTEIRO: Isis Farias e Flávio Kactuz. MONTAGEM: Neurivan de Barros.  DIREÇÃO DE PRODUÇÃO: Maria Rita, Nony Maia e Isis Farias ASSISTENTE DE PRODUÇÃO: Marcel Sanderson e Samirra Ganum APOIO À PRODUÇÃO: Jocilene Barroso e Kixirrá Jamamadi. ASSISTENTE DE MONTAGEM: Gabriel Martins MIXAGEM E MASTERIZAÇÃO: Bauer e Leon Marin França. 

PARTICIPAÇÕES E DEPOIMENTOS: Adalberto Queiroz, Antônio Alves, Antunes Filho, Bibi Ferreira, Binho Marques, Francisco Piãko, Francis Mary, Dona Ivone Lara, João das Neves, João Donato, Jorge Henrique Queiroz, Dona Lúcia Rocha, Marília Pêra, Maurice Capovilla, Monarco, Nelson Pereira dos Santos, Paulo José, Silene Farias e Wanãn Jamamadi, entre outros.

COLETIVO CATAC: Flávio Kactuz, Isis Farias, Jocilene Barroso, Kixirrá Jamamadi, Maria Rita, Neurivan de Barros, Nony Maia,e Samirra Ganum

CONTATOS PRODUÇÃO: 

ACRE – Maria Rita (068) 9957- 9413 Nony Maia (068) 9951-4926 e Samirra Ganum (068) 8405-1223

SUDESTE: Isis Farias (019) 99606-7438

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