Connect with us

ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Escola do Bujari é finalista de prêmio nacional com projeto de inclusão, mas precisa de ajuda para ir à SP

Publicado

em

Da Redação do AcreNews

A Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio São João Batista, localizada no município de Bujari, é finalista da Feira Brasileira de Ciências e Engenharia (FEBRACE 2023), com o projetoUtilizando a automação para a inclusão de alunos com deficiência auditiva e espectro autismo”.

A iniciativa é desenvolvido pelos estudantes Wesley Nogueira da Silva, Vinícius Costa Kuemanski, Maria Eduarda Eugênio de Souza, Paulo Henrique e Abias Saady Flores de Araújo com a coordenação das professoras Delbileny Lima de Oliveira (Matemática) e  Kelly da Silva Mesquita (Biologia).

A equipe representa o Acre na Mostra Presencial da 21ª Feira Brasileira de Ciências e Engenharia, que ocorrerá de 20 a 24 de março no Campus da Universidade de São Paulo. Sem recursos, o grupo escolar precisa de ajuda para custear as despesas com passagem, alimentação e hospedagem. Toda colaboração é bem-vinda. Para mais informações: (68) 9907-2620, falar com Marlete Lopes.

O QUE É FEBRACE?

A FEBRACE é um programa de talentos em ciências e engenharia que estimula a cultura científica, o saber investigativo, a inovação e o empreendedorismo em jovens e educadores da educação básica e técnica do Brasil.

Desde 2003, a FEBRACE realiza uma grande mostra de projetos científicos e tecnológicos, na Universidade de São Paulo, que reúne estudantes de todo o Brasil. Todos os anos a FEBRACE mobiliza sua rede nacional de feiras afiliadas e seleciona finalistas para competições e feiras internacionais, além disso, promove diversas oportunidades para estudantes e professores em temáticas relacionadas a STEAM – Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática.

Os estudantes finalistas da FEBRACE participam do Clube de robótica da Escola São João Batista Makers em ação fruto do projeto idealizado pela Diretoria de Inovação da Secretaria de Educação, Cultura e Esportes (SEE) com o objetivo de estimular a cultura maker na educação para possibilitar uma ponte entre o conhecimento teórico e a sua aplicação prática. Os alunos podem ver o resultado dos estudos se materializar e servir para resolver problemas reais, no caso do projeto finalista encontrar uma solução para as dificuldades encontradas em nossa escola para para deficientes auditivos e autistas.

Continue lendo