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Grupo francês recebe a administração do Aeroporto de Rio Branco na segunda-feira (24)

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Contagem regressiva para a mudança da administração do Aeroporto Internacional de Rio Branco – Plácido de Castro. A partir das 00h, de segunda-feira (24), o grupo francês Vinci Airports, que possui filial no Brasil, receberá da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) todos os comandos das operações do complexo aeroviário do Acre, o que inclui também o Aeroporto de Cruzeiro do Sul.

A concessão do aeroporto é válida por 30 anos. A mudança da administração da empresa pública federal vinculada ao Ministério da Infraestrutura (MI) para particular, através da Concessionária Aeroportos da Amazônia, ocorreu mediante um plano do Governo Jair Bolsonaro (PL) de privatizar a rede de aeroportos do Brasil. O processo iniciou em 2020.

A meta do governo com a privatização era leiloar até esse ano, 22 aeroportos que foram divididos em três blocos (áreas Sul, Central e Norte do país). O Bloco Norte compreende os aeroportos de Manaus (AM), Tabatinga (AM), Tefé (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco, Cruzeiro do Sul e Boa Vista (RR). Juntos, a movimentação anual é de 4,4 milhões de passageiros. A grande vencedora do leilão foi a Vinci Aeiports. O valor chegou a R$ 420 milhões de pagamento de outorga inicial com perspectivas de arrecadação total de R$ 5 bilhões. Vale lembrar que a Vinci, já gerencia o Aeroporto de Salvador, na Bahia.

AEROPORTO DE MANAUS

As primeiras mudanças, efetivas, na região norte ocorreu nesta semana com a troca de comando da Infraero para a Vinci no Aeroporto Eduardo Gomes, em Manaus. O principal aeródromo da capital manauara é o terceiro de cargas do Brasil, serve como pilar de desenvolvimento social e econômico da região. O processo de transição foi bastante tranquilo, segundo informou a Vinci. Nas redes sociais, a Infraero mandou votos de “boa sorte” para a nova administração.

DEMISSÃO NA INFRAERO?

Infraero passará ao grupo francês, na segunda-feira (24), a administração do Aeroporto de Rio Branco

Com a transferência de gestão, uma das principais perguntas é: o que acontecerá com os trabalhadores da Infraero? No Acre, mais precisamente no aeroporto de Rio Branco, a Infraero tem aproximadamente 10 pessoas que compõem o sistema de operação do terminal.

O AcreNews fez questionamentos sobre o destino desses trabalhadores. Em nota, a autarquia explicou que “O empregado da Infraero não tem estabilidade e seu regime de trabalho é ordenado pela CLT. A empresa tem viabilizado um Plano de Demissão Voluntária (PDV) para os seus empregados desde 2012. Além disso, empregados têm sido cedidos para outros órgãos – atualmente há 2.467 empregados exercendo atividades em mais de 60 órgãos e entidades da federação, tribunais, ministérios, agências reguladoras, órgãos de segurança, dentre outras”.

Em todo o Brasil, o efetivo atual é de cerca de 3.079 empregados, sem contar os profissionais cedidos. “Os empregados também podem ser aproveitados pelas concessionárias privadas que vão assumir os aeroportos (…) Vale ressaltar que o PDV da empresa é pago integralmente pelas concessionárias que assumem os aeroportos, conforme previsto no Edital. Elas são obrigadas a depositar os valores referentes aos empregados quando assinam os contratos”, concluiu.

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Após repercussão, DNIT contesta problema na estrutura da ponte do Abunã

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Um vídeo publicado por um motorista que passava na Ponte do Rio Madeira em Abunã Rondônia acabou gerando polêmica. Na imagem, o homem registra alguns pontos de interdição sobre a estrutura que teve parte da pista fechada para um reparo momentâneo. “No pé da ponte, indo para Porto Velho, pararam a gente. A ponte começou a dar problema”, relatou.

Mas o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) em Rondônia, responsável pela estrutura, André Santos, tratou de explicar, que “a interdição não ocorreu por um problema grave como o motorista disse no vídeo. A situação estaria atrelada ao desregulamento de um graute, e que não seria nada grave, algo que ocorre na junta de dilatação”, explicou.

O graute, segundo informações é um tipo de concreto que serve para preencher um espaço vazio de (blocos e/ou canaletas).

Ainda segundo informações, o reparo começou na quarta-feira (26) e vem ocorrendo pela empresa Arteleste, responsável pela construção do empreendimento que foi inaugurado, em 07 de maio de 2021.

Além disso, o prazo para que o material se restabeleça era de 24 horas a contar pela data do ocorrido. Com relação ao vídeo, o titular da pasta classificou, de “sensacionalista e que serviços de reparo serão feitos sempre que a estrutura necessitar”.

[Emerson Barbosa, News Rondônia]

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Em 2021 o Banco Central registrou apenas 60 notas falsas no Acre: no Brasil foram mais de 227 mil

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Relatório divulgado pelo Banco Central revelou que no ano de 2021, no Brasil, circularam 227.136 cédulas falsas de dinheiro. São Paulo foi o estado que mais apresentou número de notas. O Acre ficou na lanterna com apenas 60 notas. Apesar da quantidade identificada ser muito grande, o número foi 30% menor em comparação com 2020.

Entre as notas mais falsificadas, a cédula de R$ 100 reais contabilizou 89.917 em todo o país. Chama a atenção também a quantidade de notas de R$ 200 que foram fraudadas. Nas contas do BC, a cédula, lançada em setembro de 2020, ganhou 43.200 cópias ilegais.

O campeão, São Paulo, registrou 87.481 notas falsas, sendo um total em porcentagem de 37,48%. De curioso há, inclusive, 3 notas de R$ 10 de plástico que começaram a sair de circulação ainda em 2006 e também 8 únicas notas falsas de R$ 1 identificadas em 2021 que deixaram de ser fabricadas em 2006.

Garimpando ainda os dados do Acre, das 60 cédulas falsificadas, 1 era de R$ 10 reais, 7 de R$ 20 reais, 14 de R$ 50 reais e 36 de R$ 100 reais.

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Onze cidades do Acre que ainda não têm TV Digital são convidadas para integrar o “Digitaliza Brasil”

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Onze cidades do Acre poderão se candidatar a receber a instalação completa da infraestrutura do sinal digital de TV. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) do Ministério das Comunicações (MCom) possibilitou a convocação, via edital, do programa “Digitaliza Brasil” que estará disponível até 25 de fevereiro. “O objetivo é levar a instalação de retransmissores às cidades que ainda não dispõem da tecnologia”, enaltece a Abert que exaltou a ação do MCom.

Foram citadas na portaria as cidades de Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rodrigues Alves e Xapuri.

O programa possibilita distribuir kits de conversão do sinal analógico para o digital às famílias de baixa renda, integrantes do Cadastro Único, como, por exemplo, beneficiários do Programa Bolsa Família.

As retransmissoras ficarão sob a responsabilidade da prefeitura ou de instância indicada pelo poder público. “Os recursos aplicados na iniciativa são remanescentes da limpeza da faixa de 700 MHz, conforme projeto elaborado pelas emissoras de TV e aprovado pela Anatel”, acrescenta.

Ao preencher o termo de adesão, “as prefeituras devem se comprometer a fornecer um local para a instalação da infraestrutura compartilhada, e se responsabilizar pela segurança, operação e manutenção da infraestrutura após a implantação”.

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