ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Rio Branco chega a 390 mil habitantes e é a terceira capital menos populosa do Brasil
Rio Branco tem população estimada em 390.058 habitantes em 2026 e aparece como a terceira capital menos populosa do Brasil, segundo as novas Estimativas da População divulgadas nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apenas Vitória, no Espírito Santo, e Palmas, no Tocantins, têm menos moradores.
Os números têm como referência 1º de julho de 2026 e mostram que a capital acreana ganhou pouco mais de mil habitantes em relação à estimativa do ano passado. Em 2025, Rio Branco tinha 389.001 moradores. Agora são 390.058, acréscimo de 1.057 pessoas e crescimento de 0,27%.
No ranking nacional, Rio Branco ocupa a 25ª posição entre as 27 capitais. Vitória aparece em 26º lugar, com 343.935 habitantes, enquanto Palmas é a menor capital brasileira, com 333.154.
A distância para as duas menores, porém, é considerável. Rio Branco possui cerca de 46 mil habitantes a mais que Vitória e quase 57 mil a mais que Palmas.
Entre as capitais da Região Norte, Rio Branco também está entre as menores. Boa Vista tem 500.965 habitantes, Macapá soma 491.987 e Porto Velho chega a 520.379. Manaus, com 2.327.101 moradores, permanece disparadamente como a maior capital nortista.
O crescimento de Rio Branco também foi relativamente baixo. A população da cidade avançou 0,27% entre 2025 e 2026, enquanto Boa Vista, por exemplo, cresceu 3,19%, a maior taxa entre todas as capitais brasileiras.
O IBGE estima que as 27 capitais reúnem 49,4 milhões de habitantes, equivalentes a 23,1% da população brasileira. O país chegou a 214.211.951 moradores em 2026 e cresceu 0,37% em relação ao ano anterior.
No Acre inteiro, a população estimada chegou a 887.794 habitantes. Isso significa que Rio Branco concentra aproximadamente 44% de todos os moradores do estado.
As estimativas populacionais do IBGE são utilizadas como referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos e também integram os parâmetros considerados pelo Tribunal de Contas da União no cálculo dos fundos de participação de estados e municípios.










