POLÍTICA
Coronel Coutinho nega risco de paralisação dos ônibus e diz que pagamentos à Ricco estão em dia

Após a Ricco Transportes anunciar a realização de um protesto em frente à Prefeitura de Rio Branco, alegando uma dívida de quase R$ 30 milhões e ameaçando paralisar as atividades, o superintendente municipal de Transportes e Trânsito, coronel Marcos Roberto Coutinho, afirmou nesta quarta-feira (17) que não há risco de interrupção do serviço e que o município está em dia com os pagamentos previstos em contrato.
Marcos Coutinho também informou que o contrato emergencial da Ricco permanece vigente até o próximo dia 4 de julho e que o município avaliará os procedimentos a serem adotados para a continuidade da prestação do serviço.
Em entrevista a imprensa, Coutinho destacou que, por se tratar de um serviço emergencial e essencial à população, a gestão municipal está adotando todas as medidas para garantir a continuidade da operação.
“Isso não vai ocorrer, até porque é um serviço emergencial. Então, isso não ocorrerá. Nós estamos fazendo todos os trâmites, todas as situações cabíveis para que isso não ocorra. A Prefeitura não tem nada a ver com pagamento de reforço salarial dos funcionários. O que a Ricco está pleiteando está correndo administrativamente e é para questões trabalhistas. A parte salarial, a Prefeitura hoje está em dia. Todos os dias nós efetuamos o pagamento da Ricco”, afirmou.
O superintendente explicou que a reivindicação apresentada pela concessionária refere-se a um pedido de pagamento de valores anteriores, que ainda passa por análise técnica e jurídica.
“Estamos rigorosamente em dia com os pagamentos à Ricco, inclusive com repasses realizados diariamente. O que existe é um pedido da empresa referente a um pagamento anterior. Esse pleito está tramitando administrativamente para verificar se há direito ao recebimento. Somente após manifestação favorável ou não da Procuradoria-Geral do Município é que será decidido se haverá pagamento. E, caso isso ocorra, não será destinado ao pagamento de salários, mas sim a questões trabalhistas”, explicou.









