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POLÍTICA

Entidades do Acre aderem a manifesto que cobra do STF análise pública e urgente de episódios envolvendo a Corte

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Entidades empresariais e industriais do Acre estão entre as cerca de 3 mil organizações do setor produtivo brasileiro que aderiram a um manifesto cobrando do Supremo Tribunal Federal (STF) transparência, imparcialidade e rapidez na análise de episódios recentes envolvendo a própria Corte.

Entre as instituições acreanas que aparecem na relação de signatários está a Federação das Indústrias do Estado do Acre (Fieac). A lista também inclui entidades setoriais do estado, como o Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Acre, o Sindicato das Indústrias de Cerâmicas do Estado do Acre e o Sindicato das Indústrias de Panificação e Confeitaria do Estado do Acre.

O movimento reúne algumas das principais organizações empresariais do país. A relação destaca a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp) e a Federação da Agricultura do Estado de São Paulo (Faesp).

Intitulado “Manifesto à Nação Brasileira”, o documento afirma que o país atravessa uma crise institucional e sustenta que a legitimidade do Judiciário depende de imparcialidade, transparência e decisões fundamentadas.

O ponto central é uma cobrança dirigida ao Supremo. Os signatários pedem que o Plenário da Corte examine os fatos mencionados pelo movimento em sessão pública e tome uma decisão com urgência. O texto também rejeita o que classifica como corporativismo e afirma que ninguém está acima da lei.

A adesão de entidades acreanas insere representantes do setor produtivo local em uma mobilização de alcance nacional. A lista de signatários reúne federações estaduais, associações comerciais e empresariais, sindicatos patronais e organizações representativas de diferentes segmentos da indústria, comércio, serviços e agronegócio.

O manifesto não propõe uma decisão específica sobre os episódios citados. A cobrança formal apresentada no documento é para que os fatos sejam submetidos ao Plenário do STF, com publicidade, urgência e observância dos princípios de imparcialidade e transparência.

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