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Moisés Diniz pede em artigo que os políticos não se metam nas chapas alheias em um artigo imperdível

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QUANDO O SURUBIM CHORA ANTES DA HORA

Moisés Diniz

Jorge Viana e major Rocha foram às redes sociais com o mesmo discurso: questionar a aliança entre Gladson Cameli e Marcio Bittar.

Eu tenho muita consideração pela história do Jorge Viana e respeito as posições políticas do major Rocha, mas, nunca vi, na minha vida, políticos querendo que o adversário acerte, que escolha o melhor time.

Uma coisa está clara: os grandes atores políticos do Acre estão em flagrante dificuldade para montar seus times majoritários para 2022.

Petecão escolheu dois nomes respeitáveis, mas, sem densidade eleitoral e nem corpo partidário que os impulsione. Todavia, isso é um direito do Petecão e merece ser respeitado.

A esquerda vive o dilema de deixar um jovem político de Tarauacá liderar o processo ou morrer abraçada com o seu hegemonismo crônico. Mas, isso é um problema dela, não cabe aos adversários se intrometer.

O MDB já procurou dois nomes pra indicar para o senado, caso a Jéssica decida não concorrer. Até agora não apareceu um único nome pra vice. No entanto, essa fragilidade aliancista e de nomes majoritários do MDB é assunto que só cabe aos emedebistas.

Já Gladson Cameli, pacificou o PP, alinhou com a senadora do partido (que vivia sendo cercada por outros pretendentes), entra em fase de finalização um acordo com o senador que controla três grandes partidos, com as maiores chapas de deputados e fundos eleitorais robustos, consolida o presidente da República no palanque e abre as portas de Brasília e, finalmente, Gladson tem dez partidos para reforçar sua base eleitoral nos 22 municípios, com centenas de bons candidatos e largo tempo de rádio e tv. E ainda tem o governo e 16 prefeituras.

É lógico que uma estrutura e uma condição política dessas, incomoda tudo que é adversário. Desmontar isso é o sonho de todo mundo que não quer a reeleição do Gladson.

Dizem que o choro do surubim, antes da derrota eleitoral, soa como voz de outro peixe. Todos os rios percebem.

Ontem, Gladson gastou mais de uma hora com fotos e abraços dos presentes. Impressionante o carisma dele e o carinho das pessoas. Apesar da pancadaria sobre o seu governo e os ataques à sua imagem.

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Após conversa com correspondente em Jerusalém, sociólogo Ezio Gama esclarece sobre a recente crise política em Israel

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*Colaboração da agência Maduah, em Israel (www.maduah.com)

Um ano após a chegada do atual governo ao poder, Israel caminha para a quinta eleição em menos de quatro anos. Formado por oito partidos com ideologias distintas, o parlamento será dissolvido, conforme anunciou o primeiro-ministro Naftali Bennett e o chefe da diplomacia, Yair Lapid.

A coalizão, que contava com 61 deputados, reunia partidos de esquerda, centro, direita e uma participação árabe, algo bastante inusitado na história do país. Quem comemorou essa queda foi o ex-premier Benjamin Netanyahu, que ocupou o cargo durante doze anos consecutivos e pretende retornar ao posto.

Após a saída surpreendente de uma deputada de direita, Idit Silman, do partido Yamina, do primeiro-ministro, a aliança conta agora com 60 deputados, um a menos que o necessário para compor o Knesset, o Parlamento de 120 cadeiras de Israel.

Em sistemas parlamentaristas, o poder executivo está concentrado no Primeiro-ministro. Israel é uma república parlamentarista multipartidária. Para formação do governo são necessárias coalizões, pois nenhum partido sozinho jamais conseguiu a maioria no Parlamento israelense.

Israel possui uma forma de garantir a maioria no Parlamento, sustentando a governabilidade, que é o governo de coalizão de maioria, 50%+1. Todos os gabinetes do Estado de Israel foram formados por coligações entre dois ou mais partidos políticos durante sua história.

Um conflito dentro da coligação pode ser de alto risco, podendo levar à dissolução do gabinete, levando a novas eleições e a toda uma reestruturação de poder dentro do Knesset. O que desempenha um fator importante na política israelense é a ideologia, algo bastante efervescente ali.

Segundo informou a agência Maduah, espera-se que as eleições antecipadas aconteçam dia 01 de novembro. Quando perguntei sobre as chances de Benjamin Netanyahu retornar ao posto de Primeiro Ministro, respondeu: “sim, tem uma grande chance do Netanyahu voltar ao poder, pois, muitas pessoas não gostaram desse governo de esquerda que tivemos, acharam ele antipatriótico e antijudaico”, ponderou. Disse também que: “o Benjamin Netanyahu, na minha opinião, é o melhor para um processo de paz, pois, ele é um dos maiores e respeitados diplomatas e estadistas que temos hoje em dia no mundo inteiro”, afirmou Yosi Stanislavsky.

Segundo a agência, o ex-primeiro-ministro Naftali Bennett não pretende concorrer às próximas eleições e pensa em dar uma pausa na vida política, o que não seria ainda uma decisão final.

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, visitará o Oriente Médio entre 13 e 16 de julho. Irá a Israel, Cisjordânia e à Arábia Saudita. Na Cisjordânia, o presidente americano se encontrará com a Autoridade Palestina e reforçará apoio à solução de dois Estados na região. Isso reforça cada vez mais a ideia de que, sendo ele um democrata, sustentaria apoio a essa coalizão, que já foi dissolvida e abertura a negociações pró-Palestina. No entanto, o que se percebe é que Biden está atrasado na agenda, não tendo tempo de criar rápidos mecanismos de sustentação e apoio a Bennett e seus aliados.

São tempos de grandes mudanças e aquilo que parecia a derrocada de Netanyahu por uma coalizão mista com viés de esquerda, produziu um efeito de insegurança e instabilidade política em Israel. Isso só viabiliza seu retorno, como um político sagaz e estrategista que demonstrou ser. Só resta saber como reagirão os antissionistas, ou os defensores da “causa Palestina” e também a Autoridade Palestina. Esta, após um possível acordo de apoio do governo americano. A impressão é que mais conflitos armados e ataques palestinos contra civis e protestos podem eclodir após uma vitória de Netanyahu.

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Tercio Genzini, o médico do fígado dos acreanos, escreve artigo brilhante sobre a morte

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Quando a morte se aproxima….

Por Tercio Genzini

Nestes dias fui visitar uma paciente para a qual a medicina não tem mais nada a oferecer pensando em cura, apenas para conforto, infelizmente interpretado por muitos profissionais da saúde como morfina!

Há 4 anos, diante de um câncer de fígado avançado, fizemos seu transplante de fígado com doador vivo, seu filho, que imediatamente se prontificou a colaborar para salvar sua vida que, na época, estava por um fio.

4 anos se passaram e com eles muitos momentos felizes, para a mãe e para o filho.

Mas o destino é o destino…

Recentemente um quadro de obstrução intestinal a levou a uma cirurgia de urgência e seu diagnóstico foi um tumor ginecológico avançado, que traz dor e sofrimento, e coloca sua vida em risco…

E, no seu leito, enfraquecida, ela pediu para me ver…

Quando cheguei, ela me agradeceu pelos 4 anos felizes que passou e me disse: “eu só queria ver meu amigo, não meu médico, porque eu sei que dessa vez o senhor não poderá fazer nada por mim” …

Realmente, nessa visita, ela tenha feito muito mais por mim do que eu por ela, me lembrando novamente que a morte se aproxima sem avisar, e cada dia de nossas vidas deve ser celebrado… e me ensinando também que carinho, conforto, consideração e respeito também fazem parte do tratamento.

Fica o alerta a todos os transplantados, que após o transplante, a preocupação com a saúde não deve se restringir apenas ao órgão transplantado.

Dieta saudável, atividades físicas, controle da pressão arterial, do açúcar sanguíneo, colesterol, exames cardiológicos e exames preventivos de rotina devem ser feitos rotineiramente. Para as mulheres, rotina ginecológica, para o homem, exames da próstata, e para ambos, endoscopia, colonoscopia e exames de imagem abdominal periodicamente além de outros e eventuais solicitados pelos profissionais da saúde que os acompanham…

Sempre que a morte se aproxima ela traz lições. Não há tantas palavras que possam ser ditas, mas muitas atitudes podem ser tomadas.

A essa minha linda paciente, apenas uma mensagem: “a senhora fez tudo certo…vamos aguardar as decisões de Deus” …

*Tercio Genzini é médico em São Paulo

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O caminho para fortalecer a família: venha fazer parte dessa grande família de Deus

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Sou família

A chave para fortalecermos nossa família é termos o Espírito de Deus presente em nosso lar. Nossa meta em família deve ser a de estarmos no caminho estreito e apertado.

Há infinitas coisas que podem ser feitas entre as paredes de nosso lar para fortalecer a família. Quero mencionar algumas idéias que poderão ajudá-los a identificar os pontos que precisam ser fortalecidos em nossa própria família. Falarei deles a título de incentivo sabendo que não há duas famílias iguais e que cada pessoa da família é única.

Façamos de nosso lar um lugar seguro onde cada um dos membros da família sinta-se amado e aceito. É preciso considerar que cada filho tem dons e habilidades diferentes; cada um deles exige amor e carinho especial.

 “Se você alterar a voz com ira, o Espírito deixará seu lar”. Nós não devemos nunca, com raiva, trancar a porta da casa ou do coração para nossos filhos. Assim como o filho pródigo, nossos filhos precisam saber que quando caírem em si, poderão vir a nós em busca de amor e conselho.

Dediquemos tempo a nossos filhos e deixemos que eles escolham as atividades e assuntos sobre os quais queiram falar. Devemos evitar interrupções.

Estimulemos nossos filhos a terem um comportamento religioso: fazer oração pessoal, estudar as escrituras e jejuar por necessidades específicas. Meça o crescimento espiritual deles observando seu comportamento, linguajar e atitudes em relação aos outros.

Oremos com nossos filhos diariamente.

Leiamos as escrituras juntos. Lembro-me de minha mãe e meu pai lendo as escrituras em quando nós, os filhos, sentávamo-nos no chão e ouvíamos. Às vezes, eles perguntavam: “O que essa escritura significa para vocês?” ou “o que sentem a respeito?” Então, eles ouviam as respostas que formulávamos com nossas próprias palavras.

Leiamos, nas revistas da Igreja, as palavras dos profetas vivos e outros artigos inspiradores dedicados às crianças, jovens e adultos.

Podemos encher nossa casa com o som de boa música cantando juntos um hino do hinário ou de Músicas para Crianças.

Façamos noites familiares todas as semanas. Como pais, às vezes, sentimo-nos inibidos de ensinar e testificar aos nossos próprios filhos. Isso já aconteceu comigo. Nossos filhos precisam que lhes falemos de nossos sentimentos espirituais, que os ensinemos e lhes prestemos testemunho.

Reunamos a família em conselho para discutirmos nossos planos e preocupações. Alguns dos conselhos de família mais eficazes são realizados individualmente com cada familiar. Ajudemos os filhos a perceber que suas opiniões são importantes.

Demonstremos nosso apoio aos líderes da Igreja Para faze parti do ministério sou Família

Façamos refeições juntos sempre que possível e aproveitemos a ocasião para termos conversas proveitosas.

Procuremos realizar tarefas em conjunto com a família, mesmo que seja mais rápido e mais fácil fazê-las sozinhos. Conversemos com nossos filhos à medida que trabalhamos juntos. Todo sábado, eu tinha a oportunidade de fazer isso com meu pai.

Ajudemos nossos filhos a aprender como desenvolver boas amizades e façamos com que seus amigos se sintam à vontade em nossa casa. Procuremos conhecer os pais deles.

Ensinemos nossos filhos pelo exemplo a administrar bem o tempo e os recursos. Ajudemo-los a aprender a autossuficiência e a ver a importância da preparação para o futuro.

Ensinemos aos filhos a história de nossos antepassados e de nossa família.

Escute a história da sua família porque sua essência tem tudo a ver com sua família.

Pr.ALEX CARVALHO

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