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Artigo de Antônio Furtado | ÁGUA II

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Conversa boa esta sobre a  água nossa de cada dia!…Em especial, nesta época de calor escaldante!

Em arrazoado anterior – ÁGUA – ao final, fizemos sugestão de uso de outros mananciais que não o Rio Acre.

Naquele escrito- afirmamos que havia alternativas de uso: rápido, fácil e barato!

Assim, aqui, dispomos rápida  argumentação para defesa desta assertiva/tese.

Como citado, o manancial ( a ser aproveitado)- o Riozinho do Rola –  que tem Bacia de Contribuição de alguns milhares de quilômetros quadrados, entendemos, bom exemplo e ótima alternativa.

 Vamos, lá!..Suas marginais, matas ciliares, embora pouco protegidas, mas que com o Barramento poderão não ser afetadas severamente . Sendo a antropização de baixo impacto ambiental. Adequando-se a reservação aos níveis das enchentes máximas registradas quando nos invernos regulares. O provimento de enchimento do lago, resultado do barramento ( imagino à altura da Ponte do Riozinho/ Ramal do Piracema), será das chuvas. O que resultará água de qualidade especial com baixa turbidez.

Naturalmente, alguma alcalinidade ( concentração de de bicarbonato de cálcio) dado à formação geológica da região ( muita Tabatinga).

Mas tudo de fácil superação. Vez que há baixo uso de agrotóxicos nas propriedades rurais lindeiras ao Riozinho, bem como, nas partes da Bacia de Contribuição hidrológica atingidas pela intervenção.

Nestes casos, água sem cor  e dureza moderada, o tratamento é simples. Apenas o usual como: coagulação ( sulfato de alumínio), PH ( controle de acidez, uso de Cal Hidrata), controle de corrosão ( hidróxido de sódio), controle orgânico (cloraminas), desinfecção ( fluorita).

Todos produtos químicos de baixo custo e uso comum nos tratamentos de água potável para consumo humano.

Certamente teremos água com: qualidade, baixo custo e abundância!

A conversa, naturalmente, é longa.

Aqui ficamos, mas, seguramente, prometemos continuar!

Autor: Antônio Furtado

Eng. Civil e Sanitário/ Professor de Engenharia

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Em artigo, jornalista diz que Gladson pegou quase todo o setor cultural de “portas fechadas” ao escrever sobre incêndio na Biblioteca

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Militância politiqueira

Por Alessandro Silva

Um princípio de incêndio desperta o apocalipse para uma militância politiqueira que assistiu, calada, a cultura se transformar em pó e cinzas na última década.

Além de ter aplicado mais de R$ 17 milhões em editais de fomento, a gestão Gladson Cameli não fechou as portas de nenhum espaço cultural. Pelo contrário, encontrou quase todos fechados e já reabriu diversos equipamentos na capital e no interior.

Podemos citar a sede administrativa da FEM (um velho depósito de entulhos), a Biblioteca de Tarauacá, a Biblioteca de Rio Branco, o Centro Cultural Cordélia Lima, o Teatro dos Náuas, a Concha Acústica e o Espaço Kaxinawa, que reformamos e entregamos para a população.

Depois, citamos espaços como a Tentamen, o Cine Recreio, o Teatro Recreio, o Casarão, a Casa dos Povos da Floresta e o Memorial José Augusto, que já se encontram sendo reformados. Citamos também aqueles equipamentos que ainda não começaram a reforma, mas que já possuem recurso em caixa para tal, como a Biblioteca da Floresta e o Teatro Plácido de Castro.

Isso sem contar os espaços que estão em pleno funcionamento e recebendo reparos frequentes para a sua melhoria, como a Usina de Artes, o Memorial dos Autonomistas, o Museu da Borracha, entre tantos outros à disposição da população.

Sabemos do tanto que Gladson fez pela cultura em 3 anos e meio, enfrentando ainda uma pandemia que durou quase 2 anos, e gastando parte desse tempo para desentulhar muitos espaços culturais, abarrotados de lixos e inservíveis.

Aqueles que acusam o governo de abandonar a cultura não são só politiqueiros, são também desonestos, pois é deles a responsabilidade pela depredação cultural das políticas e dos equipamentos, cobrando-nos hoje justamente por aquilo que deixaram de fazer.

Iremos continuar repondo a verdade, mostrando que a cultura hoje renasce das cinzas em que foi deixada, depois de 2 décadas de depredação e aparelhamento político-ideológico.

*Alessandro Silva é jornalista

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Ezio Gama: Petróleo e gás e a ascensão do Catar na disputa pelo mercado europeu

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A extensa guerra contra a Ucrânia afeta diretamente as TV relações comerciais de gás e petróleo no mundo. Haja a vista a Europa ainda ser dependente dessas commodities vindas da Rússia, além do fornecimento de energia.

A entidade ucraniana que faz a gestão do gasoduto em Kiev afirmou que os carregamentos russos através da central em uma área controlada por separatistas apoiados por Moscou serão cortados. Trata-se da primeira medida que pode afetar o fornecimento de gás natural russo, desde o início da invasão russa. Tal medida não deve ter impacto no mercado doméstico ucraniano, segundo afirmou o chefe da central de energia da Ucrânia.

Segundo autoridades de Kiev, a central recebe cerca de um terço do gás russo que passa pela Ucrânia em direção à Europa Ocidental.

Como resultado, isso abriu espaço (até antes de estourar a guerra) para, tanto os Estados Unidos, quanto países árabes, aproveitar a oportunidade para negociar suas commodities com a Europa.

Enquanto a guerra se prolonga, quem está de olho nesse imenso e urgente mercado europeu são os Estados Unidos, Austrália, a Arábia Saudita e o Catar. Ocidente e Oriente disputam agora uma corrida econômica como principal fornecedor para a Europa.

A União Europeia, com seus 27 Estados-membro, acelera para sair das dependências russa, principalmente a Alemanha, que consome 55% do gás consumido vem da Rússia. O inverno está se aproximando e começa a preocupar a Europa, pois o gás se torna cada vez mais necessário.

É nesse cenário de urgência e ainda dependência que o Catar leva certa vantagem na mesa de negociações. O plano do Catar para aumentar suas exportações de GNL (Gás Natural Liquefeito) em 64% até 2027 foi anunciado em 2019. Com a guerra na Ucrânia, o país aproveita para anunciar que já havia feito volumosos investimentos para aumentar a produção de gás e a infraestrutura.

Um país pequeno, com menos de 3 milhões de habitantes, porém rico em reservas naturais e finanças, tende a se enriquecer mais ainda nesse cenário. Atualmente, a China é o maior importador de GNL do Catar. Agora, abre-se as possibilidades de grandes e vultuosos contratos com a Europa.

Muitas mudanças e surpresas temos visto no mundo, tanto em termos de economia, geopolítica, de saúde e agora militar. Eu poderia me arriscar a dizer que seria uma “pangeia” geopolítica e econômica mundial se ajustando a novos cenários. Muitas águas ainda rolarão. Quem viver verá!

*Ezio Gama é acreano, sociólogo e comentarista de geopolítica internacional

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Israel comemora 74 anos de Independência: observações sobre o cenário atual

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Ezio Gama

Yom HaAtzmaut no hebraico é o Dia da independência de Israel. As ruas, carros e lugares públicos são enfeitados com bandeiras de Israel. Espetáculos de fogos de artifícios são vistos no período noturno. Grande parte da população Israelense sai durante o dia vista aos parques públicos. As sinagogas promovem orações especiais deste dia.

Israel viviam sem lar desde que deixaram sua terra na diáspora judaica. Viveram espalhados pelo mundo desde a destruição de Jerusalém, sua capital, tomada pelo império romano.

A segunda guerra mundial deixou muitos traumas, principalmente no povo judeu. Cinco milhões de mortos pelo regime nazista de Hitler na Alemanha. Nunca se viu tantas atrocidades, crueldade e desumanidade, um genocídio declarado.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial e o extermínio de mais de seis milhões de judeus pelos nazistas, é criado o Estado de Israel, no dia 14 de maio de 1948.

Logo no ano seguinte de sua criação em 1949, estoura a primeira guerra árabe-israelense, em que Israel sai vitorioso.

Em 2022, em meio ao período de comemorações de Israel de sua independência, uma declaração feita pelo ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, relacionando erroneamente o ditador alemão Adolf Hitler ao judaísmo. Disse também que não se importava se o presidente da Ucrânia, Zelensk, fosse judeu, pois, segundo ele Hitler também era.

O Premier israelense Bennett afirmou ter recebido um pedido formal de desculpa da Rússia pela declaração feita pelo ministro. E disse ter falado com Putin por telefone e que aceitou as desculpas.

Além disso, um casal do México realizou uma cerimônia de casamento com temática nazista. O noivo entrou na igreja com um uniforme similar à da SS nazista e a noiva chegou em um fusca modificado e decorado com uma bandeira contendo a suástica. Isso é um sinal de que o antissemitismo no mundo continua presente e a lição vergonhosa e genocida do nazismo não foi o suficiente para muitos.

Desde a Páscoa e também do Dia da Memória às vítimas do Holocausto em abril até agora na comemoração da independência, Israel continua sob ataques terroristas pelo Hamas e palestinos e diversos civis feridos e mortos.

A quem interessa a paz? A quem interessa a resolução desses conflitos? Israel é levado a julgamento pelos tribunais internacionais e a mídia não cansa de tentar pô-los como vilões. Mesmo com políticas controversas e as vezes dura em relação aos direitos dos palestinos, Israel tem buscado soluções, mesmo que não agrade aos palestinos.

A busca pela paz, a celebração, trabalho duro, dando direitos mais do que todos os países do Oriente Médio, fornecendo alimentos, medicamentos, água, educação de primeira qualidade (como um dos índices mais altos do mundo). Israel tem se destacado em diversos campos, desde ciência, tecnologias modernas, educação premiada e modelo de democracia.

Só falta a tão sonhada paz. E ela virá!

  • Ezio Gama é sociólogo e comentarista de geopolítica internacional
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