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ARTIGO | Gestão de Gladson Cameli economizou R$ 219 milhões de recursos próprios

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Por Jairo Carioca

Um café quente com o secretário de planejamento Ricardo Brandão e o subsecretário de licitações, Epitácio Neto, nos estúdios da Aldeia FM em Rio Branco, revelou números surpreendentes da gestão do governador Gladson Cameli, frutos de estratégias de aprimoramento e eficiência no uso de recursos públicos.

De um total de quase R$ 800 milhões licitados, cerca de R$ 219 milhões foram economizados. Em outras palavras, o governo pagou “para baixo” o preço de obras, serviços e compras, optando pela economicidade (menor custo). Isso significa mais recursos de fonte 100 – realidade que há muito não se via no estado – aplicados em setores importantes como saúde, educação e obras estruturantes como por exemplo, a construção das pontes nos municípios de Xapuri e Sena Madureira, em fase final de licitação.

Do total de 817 processos licitatórios, 576 são de investimentos aplicados em infraestrutura e desenvolvimento. Mais de 50% do que foi licitado está concluído, o que mostra além de economicidade, eficiência e eficácia da gestão pública encabeçada pelo governador Gladson Cameli.

Para Klimes et. al. (1993, p. 149) num sentido mais geral ou literário, léxico, o termo eficiência assemelha-se a eficácia. Nesse sentido, há que se comemorar os bons resultados da capacidade de fazer e daquilo que se esperava do governo, principalmente se analisarmos esses números olhando para os efeitos da pandemia que travaram a economia mundial.

Outro dado que não pode ser ignorado são os investimentos em meio ambiente e segurança pública, responsáveis pelo avanço do estado no ranking de competitividade. A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Políticas Indígenas e a Secretaria de Estado de Produção e Agronegócio, movimentaram meio bilhão de reais durante a pandemia. Ao contrário do que se esperava, o estado não deixou em segundo plano a bandeira da sustentabilidade, um volume grande de recursos de operações de crédito ajudou a aquecer a economia.

Consequentemente, a gestão Cameli vem destravando o setor produtivo, e apostando em tecnologia e inovação, isso tem possibilitado levar cidadania a quem está na ponta, no meio da floresta amazônica, nos seringais, nas unidades de conservação, no campo, nas lavouras.

Já na área de segurança pública, comemora-se a diminuição dos índices de violência contra a vida. O governador Gladson Cameli colocou a unidade federativa com melhor performance na área de Segurança Pública. Os dados são do relatório do Ranking de Competitividade dos Estados que também chancelou eficiência na máquina pública, sustentabilidade ambiental e inovação.

O momento azedo vivido por Gladson Cameli, que experimenta pela primeira vez a fúria da oposição e o ataque de “aliados”, talvez ocorra até pelo o seu excesso de bondade. A transparência ganhou foco em seu modo de administrar.

Palavras do subsecretário de licitação, Epitácio Neto:

Não pode ter dúvida ética, de honestidade, de transparência. De forma que, com relação a isso, o governador pode ficar tranquilo, porque da licitação do governo Gladson Cameli, jamais virá intencionalmente nenhum ato que contrarie a legislação, e o entendimento dos tribunais, nenhuma decisão que ofenda o direito de quem tem direito e nenhuma decisão que passe a mão na cabeça de quem estar fugindo da regra.

Toda gestão está sujeita a falhas humanas. Qualquer administração pode sofrer fiscalização, para isso, os poderes são harmônicos, os órgãos de controle atuam sem embaraços. As ouvidorias foram estruturadas. A própria subsecretaria de licitação tem plataformas de acesso livre as informações.

A garantia que se tem é que o plano de gestão do governador Gladson Cameli foi pensado para a população, as ações administrativas seguem um fluxo adequado e coerente com as normativas preconizadas na Constituição Federal. Com isso, não se pode deixar absorver por versões de conversas fantasiadas. Por fim, a Carta Magna é tão soberana que concede a todos o direito do contraditório e da ampla defesa.

Jairo Carioca é jornalista e assessor de imprensa.

Coordenador da Rede Aldeia de Rádios FM, é ancora do programa Cidadania que tem o quadro: Papo de Cafezinho

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Em artigo, jornalista diz que Gladson pegou quase todo o setor cultural de “portas fechadas” ao escrever sobre incêndio na Biblioteca

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Militância politiqueira

Por Alessandro Silva

Um princípio de incêndio desperta o apocalipse para uma militância politiqueira que assistiu, calada, a cultura se transformar em pó e cinzas na última década.

Além de ter aplicado mais de R$ 17 milhões em editais de fomento, a gestão Gladson Cameli não fechou as portas de nenhum espaço cultural. Pelo contrário, encontrou quase todos fechados e já reabriu diversos equipamentos na capital e no interior.

Podemos citar a sede administrativa da FEM (um velho depósito de entulhos), a Biblioteca de Tarauacá, a Biblioteca de Rio Branco, o Centro Cultural Cordélia Lima, o Teatro dos Náuas, a Concha Acústica e o Espaço Kaxinawa, que reformamos e entregamos para a população.

Depois, citamos espaços como a Tentamen, o Cine Recreio, o Teatro Recreio, o Casarão, a Casa dos Povos da Floresta e o Memorial José Augusto, que já se encontram sendo reformados. Citamos também aqueles equipamentos que ainda não começaram a reforma, mas que já possuem recurso em caixa para tal, como a Biblioteca da Floresta e o Teatro Plácido de Castro.

Isso sem contar os espaços que estão em pleno funcionamento e recebendo reparos frequentes para a sua melhoria, como a Usina de Artes, o Memorial dos Autonomistas, o Museu da Borracha, entre tantos outros à disposição da população.

Sabemos do tanto que Gladson fez pela cultura em 3 anos e meio, enfrentando ainda uma pandemia que durou quase 2 anos, e gastando parte desse tempo para desentulhar muitos espaços culturais, abarrotados de lixos e inservíveis.

Aqueles que acusam o governo de abandonar a cultura não são só politiqueiros, são também desonestos, pois é deles a responsabilidade pela depredação cultural das políticas e dos equipamentos, cobrando-nos hoje justamente por aquilo que deixaram de fazer.

Iremos continuar repondo a verdade, mostrando que a cultura hoje renasce das cinzas em que foi deixada, depois de 2 décadas de depredação e aparelhamento político-ideológico.

*Alessandro Silva é jornalista

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Ezio Gama: Petróleo e gás e a ascensão do Catar na disputa pelo mercado europeu

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A extensa guerra contra a Ucrânia afeta diretamente as TV relações comerciais de gás e petróleo no mundo. Haja a vista a Europa ainda ser dependente dessas commodities vindas da Rússia, além do fornecimento de energia.

A entidade ucraniana que faz a gestão do gasoduto em Kiev afirmou que os carregamentos russos através da central em uma área controlada por separatistas apoiados por Moscou serão cortados. Trata-se da primeira medida que pode afetar o fornecimento de gás natural russo, desde o início da invasão russa. Tal medida não deve ter impacto no mercado doméstico ucraniano, segundo afirmou o chefe da central de energia da Ucrânia.

Segundo autoridades de Kiev, a central recebe cerca de um terço do gás russo que passa pela Ucrânia em direção à Europa Ocidental.

Como resultado, isso abriu espaço (até antes de estourar a guerra) para, tanto os Estados Unidos, quanto países árabes, aproveitar a oportunidade para negociar suas commodities com a Europa.

Enquanto a guerra se prolonga, quem está de olho nesse imenso e urgente mercado europeu são os Estados Unidos, Austrália, a Arábia Saudita e o Catar. Ocidente e Oriente disputam agora uma corrida econômica como principal fornecedor para a Europa.

A União Europeia, com seus 27 Estados-membro, acelera para sair das dependências russa, principalmente a Alemanha, que consome 55% do gás consumido vem da Rússia. O inverno está se aproximando e começa a preocupar a Europa, pois o gás se torna cada vez mais necessário.

É nesse cenário de urgência e ainda dependência que o Catar leva certa vantagem na mesa de negociações. O plano do Catar para aumentar suas exportações de GNL (Gás Natural Liquefeito) em 64% até 2027 foi anunciado em 2019. Com a guerra na Ucrânia, o país aproveita para anunciar que já havia feito volumosos investimentos para aumentar a produção de gás e a infraestrutura.

Um país pequeno, com menos de 3 milhões de habitantes, porém rico em reservas naturais e finanças, tende a se enriquecer mais ainda nesse cenário. Atualmente, a China é o maior importador de GNL do Catar. Agora, abre-se as possibilidades de grandes e vultuosos contratos com a Europa.

Muitas mudanças e surpresas temos visto no mundo, tanto em termos de economia, geopolítica, de saúde e agora militar. Eu poderia me arriscar a dizer que seria uma “pangeia” geopolítica e econômica mundial se ajustando a novos cenários. Muitas águas ainda rolarão. Quem viver verá!

*Ezio Gama é acreano, sociólogo e comentarista de geopolítica internacional

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Israel comemora 74 anos de Independência: observações sobre o cenário atual

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Ezio Gama

Yom HaAtzmaut no hebraico é o Dia da independência de Israel. As ruas, carros e lugares públicos são enfeitados com bandeiras de Israel. Espetáculos de fogos de artifícios são vistos no período noturno. Grande parte da população Israelense sai durante o dia vista aos parques públicos. As sinagogas promovem orações especiais deste dia.

Israel viviam sem lar desde que deixaram sua terra na diáspora judaica. Viveram espalhados pelo mundo desde a destruição de Jerusalém, sua capital, tomada pelo império romano.

A segunda guerra mundial deixou muitos traumas, principalmente no povo judeu. Cinco milhões de mortos pelo regime nazista de Hitler na Alemanha. Nunca se viu tantas atrocidades, crueldade e desumanidade, um genocídio declarado.

Após o fim da Segunda Guerra Mundial e o extermínio de mais de seis milhões de judeus pelos nazistas, é criado o Estado de Israel, no dia 14 de maio de 1948.

Logo no ano seguinte de sua criação em 1949, estoura a primeira guerra árabe-israelense, em que Israel sai vitorioso.

Em 2022, em meio ao período de comemorações de Israel de sua independência, uma declaração feita pelo ministro das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, relacionando erroneamente o ditador alemão Adolf Hitler ao judaísmo. Disse também que não se importava se o presidente da Ucrânia, Zelensk, fosse judeu, pois, segundo ele Hitler também era.

O Premier israelense Bennett afirmou ter recebido um pedido formal de desculpa da Rússia pela declaração feita pelo ministro. E disse ter falado com Putin por telefone e que aceitou as desculpas.

Além disso, um casal do México realizou uma cerimônia de casamento com temática nazista. O noivo entrou na igreja com um uniforme similar à da SS nazista e a noiva chegou em um fusca modificado e decorado com uma bandeira contendo a suástica. Isso é um sinal de que o antissemitismo no mundo continua presente e a lição vergonhosa e genocida do nazismo não foi o suficiente para muitos.

Desde a Páscoa e também do Dia da Memória às vítimas do Holocausto em abril até agora na comemoração da independência, Israel continua sob ataques terroristas pelo Hamas e palestinos e diversos civis feridos e mortos.

A quem interessa a paz? A quem interessa a resolução desses conflitos? Israel é levado a julgamento pelos tribunais internacionais e a mídia não cansa de tentar pô-los como vilões. Mesmo com políticas controversas e as vezes dura em relação aos direitos dos palestinos, Israel tem buscado soluções, mesmo que não agrade aos palestinos.

A busca pela paz, a celebração, trabalho duro, dando direitos mais do que todos os países do Oriente Médio, fornecendo alimentos, medicamentos, água, educação de primeira qualidade (como um dos índices mais altos do mundo). Israel tem se destacado em diversos campos, desde ciência, tecnologias modernas, educação premiada e modelo de democracia.

Só falta a tão sonhada paz. E ela virá!

  • Ezio Gama é sociólogo e comentarista de geopolítica internacional
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