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Cachaçaria do Acre recebe visita de campeão brasileiro de destilados

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A cachaça Jibóia, primeira produção comercial genuinamente acreana, será avaliada nesta semana pelo empresário Natanael Bonicontro, campeão nacional na fabricação desta bebida, segundo o ranking da Cúpula da Cachaça do Brasil. Bonicontro é proprietário da marca Companheira, classificada em primeiro lugar na última avaliação da Cúpula em 2020. A destilaria fica em Jandaia do Sul, no Paraná.

Bonicontro vem ao Acre para avaliar as instalações e os métodos de produção da Jibóia, elaborada e engarrafada em Acrelândia pela destilaria Potio, do empresário Jakson Soares. “Para chegar à primeira colocação, a Companheira realizou investimentos e aprimorou conhecimentos. Queremos ouvir o que o empresário responsável pensa a respeito de nosso potencial”, explicou Jakson, esclarecendo que o acento em Jibóia, embora eliminado pela reforma ortográfica, é parte da marca e, portanto, definitivo.

Bonicontro adianta que disputou o ranking da Cúpula da Cachaça desde 2014 e só em 2020 chegou ao topo da classificação, depois de muito investimentos em barris, tanques, estudos e treinamento de pessoal. “Este ranking é um estímulo muito importante para o empresário e para o consumidor, pois o padrão de qualidade sempre tende a melhorar e, consequentemente, a preferência”, argumenta ele.

A Jibóia já está sendo comercializada em todo o Acre e municípios vizinhos de Rondônia e do Amazonas, em duas versões: Azul (500 ml – 48% vol- blend 50/50) e Verde (700 ml – 40% vol – blend 80/20). Ambas as versões utilizam água de chuva em sua produção, são numeradas em selo holográfico e trazem o puro sabor da bebida tipicamente brasileira.

O empresário Jakson explica que a Jibóia oferece não apenas um produto, mas uma excelente oportunidade para uma excepcional experiência sensorial, visual, tátil e histórica. “Tem no rótulo um ‘cachaçômetro’ para seu (des)controle e diversão, revela a textura da pele da cobra jiboia e faz uma referência à origem histórica do nosso país desde a Terra de Vera Cruz (primeira denominação do país recém descoberto). E finaliza com um ‘pretinho básico’ na tampa para uma noite de alegrias”, define ele.

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Após repercussão, DNIT contesta problema na estrutura da ponte do Abunã

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Um vídeo publicado por um motorista que passava na Ponte do Rio Madeira em Abunã Rondônia acabou gerando polêmica. Na imagem, o homem registra alguns pontos de interdição sobre a estrutura que teve parte da pista fechada para um reparo momentâneo. “No pé da ponte, indo para Porto Velho, pararam a gente. A ponte começou a dar problema”, relatou.

Mas o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte (Dnit) em Rondônia, responsável pela estrutura, André Santos, tratou de explicar, que “a interdição não ocorreu por um problema grave como o motorista disse no vídeo. A situação estaria atrelada ao desregulamento de um graute, e que não seria nada grave, algo que ocorre na junta de dilatação”, explicou.

O graute, segundo informações é um tipo de concreto que serve para preencher um espaço vazio de (blocos e/ou canaletas).

Ainda segundo informações, o reparo começou na quarta-feira (26) e vem ocorrendo pela empresa Arteleste, responsável pela construção do empreendimento que foi inaugurado, em 07 de maio de 2021.

Além disso, o prazo para que o material se restabeleça era de 24 horas a contar pela data do ocorrido. Com relação ao vídeo, o titular da pasta classificou, de “sensacionalista e que serviços de reparo serão feitos sempre que a estrutura necessitar”.

[Emerson Barbosa, News Rondônia]

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Em 2021 o Banco Central registrou apenas 60 notas falsas no Acre: no Brasil foram mais de 227 mil

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Relatório divulgado pelo Banco Central revelou que no ano de 2021, no Brasil, circularam 227.136 cédulas falsas de dinheiro. São Paulo foi o estado que mais apresentou número de notas. O Acre ficou na lanterna com apenas 60 notas. Apesar da quantidade identificada ser muito grande, o número foi 30% menor em comparação com 2020.

Entre as notas mais falsificadas, a cédula de R$ 100 reais contabilizou 89.917 em todo o país. Chama a atenção também a quantidade de notas de R$ 200 que foram fraudadas. Nas contas do BC, a cédula, lançada em setembro de 2020, ganhou 43.200 cópias ilegais.

O campeão, São Paulo, registrou 87.481 notas falsas, sendo um total em porcentagem de 37,48%. De curioso há, inclusive, 3 notas de R$ 10 de plástico que começaram a sair de circulação ainda em 2006 e também 8 únicas notas falsas de R$ 1 identificadas em 2021 que deixaram de ser fabricadas em 2006.

Garimpando ainda os dados do Acre, das 60 cédulas falsificadas, 1 era de R$ 10 reais, 7 de R$ 20 reais, 14 de R$ 50 reais e 36 de R$ 100 reais.

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Onze cidades do Acre que ainda não têm TV Digital são convidadas para integrar o “Digitaliza Brasil”

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Por Wanglézio Braga / Foto: Reprodução

Onze cidades do Acre poderão se candidatar a receber a instalação completa da infraestrutura do sinal digital de TV. Uma portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU) do Ministério das Comunicações (MCom) possibilitou a convocação, via edital, do programa “Digitaliza Brasil” que estará disponível até 25 de fevereiro. “O objetivo é levar a instalação de retransmissores às cidades que ainda não dispõem da tecnologia”, enaltece a Abert que exaltou a ação do MCom.

Foram citadas na portaria as cidades de Acrelândia, Assis Brasil, Brasiléia, Capixaba, Manoel Urbano, Marechal Thaumaturgo, Plácido de Castro, Porto Acre, Porto Walter, Rodrigues Alves e Xapuri.

O programa possibilita distribuir kits de conversão do sinal analógico para o digital às famílias de baixa renda, integrantes do Cadastro Único, como, por exemplo, beneficiários do Programa Bolsa Família.

As retransmissoras ficarão sob a responsabilidade da prefeitura ou de instância indicada pelo poder público. “Os recursos aplicados na iniciativa são remanescentes da limpeza da faixa de 700 MHz, conforme projeto elaborado pelas emissoras de TV e aprovado pela Anatel”, acrescenta.

Ao preencher o termo de adesão, “as prefeituras devem se comprometer a fornecer um local para a instalação da infraestrutura compartilhada, e se responsabilizar pela segurança, operação e manutenção da infraestrutura após a implantação”.

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